VISITA AO SACRARIO...

Meus queridos irmãos e irmãs no Sacrário Jesus nos espera, a Luz do Espírito Santo se manifesta clara física e espiritualmente.
O Sacrário foi o ponto de encontro onde Nosso Senhor marcou para que todos nós fossemos a Seu encontro. Ele quer conversar conosco... Como é bom sentir a Sua presença. Fé é acreditar no que não se vê. E no Sacrário é mais, pois lá está Jesus na forma de pão e vinho. No ultimo dia antes de ser crucificado ele se despedia dizendo: aqui está o meu corpo e meu sangue.
Quando você chegar diante do Sacrário, diga apenas Senhor estou aqui! Ele vai responder a todos os seus pedidos.
Viveis, pois da fé, vivendo da adorável Eucaristia, a mais forte prova de Jesus Cristo, que veio das suas próprias Palavras “ Isto é o meu Corpo, isto é o meu Sangue” , crês em mim como Filho de Deus.
Categoria:JESUS CRISTO/SANTOS
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 00h13
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MOTIVOS PARA AMAR SANTA TERESINHA
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MOTIVOS PARA AMAR SANTA TERESINHA
Pio XI chamou-a a maior santa dos tempos modernos. Os escritos de Santa Teresinha e a história da sua vida conheceram uma divulgação extraordinária: traduzida em todas as línguas estão na origem de muitas conversões e muitas vocações. A "História de uma alma" é um dos livros mais lidos em todo o mundo.
Depois de Nossa Senhora, ela é, segundo confessa Conrad de Maester, a mulher mais querida dos cristãos. O povo conhece-a como Santa Teresinha, nome que ela mesma confessou ser o que mais lhe agradava. Dificilmente se encontra uma igreja que não tenha uma imagem de Santa Teresinha ou uma diocese sem uma igreja ou capela consagrada a ela. No Brasil, mais de 150 paróquias lhe são dedicadas.
A mensagem de Teresinha do Menino Jesus é uma mensagem para o povo simples. A sua linguagem e a sua doutrina são acessíveis a todos. É a espiritualidade dos pequeninos, em que sobressaem os valores da paternidade de Deus e da confiança das crianças.
Para ela, a santidade é acessível a todos e enquadra-se nos gestos e nos ritos mais simples da vida de todos os dias. As pessoas vêem-se em Teresinha de Jesus como num espelho: a sua própria vida feita de pequenos nadas, de luzes e sombras de cruzes e alegrias. O seu sorriso cheio de paz, a sua adolescência povoada de sonhos, os seus gestos cheios de delicadeza feminina, aproximam Teresinha de toda a gente e todos a sentem ao seu lado. Foi ela, muito antes do Vaticano II, que ensinou ao povo os caminhos da santidade.
Por outro lado, os grandes teólogos do nosso século procuram aprofundar os ensinamentos de Santa Teresa, à primeira vista distantes de qualquer reflexão sistemática. Um desses teólogos, Conrad de Maester, fez a sua tese de doutorado sobre Teresa de Lisieux, a que deu o nome de "As mãos vazias". Ele que presidiu a comissão de teólogos que preparou a tese que levou Santa Teresinha a ser proclamada doutora da Igreja. Foi a terceira mulher a receber essa distinção, depois de Teresa de Ávila e Catarina de Sena.
Fala-se hoje muito do ecumenismo teresiano. Os protestantes que leram os escritos de Santa Teresinha encontraram nela os principais valores que eles próprios realçam: a centralidade da Palavra de Deus, a confiança na sua misericórdia, o distanciamento dos méritos próprios em face da graça divina.
Os ortodoxos por sua vez, descobriram em Santa Teresinha uma pessoa sempre aberta à ação do Espírito Santo e admiram a sua profunda devoção mariana que contempla a Virgem como nossa mãe e modelo do caminho que nos leva a Jesus. Até por esta dimensão ecumênica, Santa Teresinha é profundamente atual.
Os próprios não crentes confessam como a vida de Santa Teresinha mudou as suas vidas. O drama da sua busca de Deus, no meio de trevas e tentações contra a fé e luz para tantos que buscam Deus às escuras. Nos últimos meses da sua vida, Teresa de Lisieux viveu a purificação dolorosa da fé. Diz Blanchard que neste laboratório da prova a apóstola dos que não têm fé, um farol para todos aqueles que procuram Deus na obscuridade. A fé de Santa Teresinha não foi feita só de rosas e sorrisos.
Ela encontrou muitos espinhos nesta fidelidade à fé. Foram estes espinhos que não só lhe guardaram a fé mas a fizeram crescer. Bastaria lembrar o retiro de 1889 para a tomada de hábito, que foi um "mergulho nas trevas"; o de 1890, que precedeu a sua profissão e, como todos os que se seguiram lhe trouxe a secura mais completa e quase o abandono; o de 1891, em que ela chegou a perguntar-se se o Céu existia; e a sua grande prova de fé, foi a de sentir durante os últimos 18 meses da sua vida "toda uma bateria de tentações contra a fé , em que todas as consolações da terra se transformaram em amargura".
Pio XI proclamou Teresinha de Jesus padroeira das missões, e isso aconteceu não só por ter feito da causa missionária a grande prioridade do seu pontificado, mas por Santa Teresinha, de fato, ter sido uma grande apaixonada das missões. Durante toda a sua vida de carmelita, Teresa quis ser missionária, esperando ser enviada para o Vietnam, onde havia dois mosteiros carmelitas historicamente ligados ao Carmelo de Lisieux: o de Saigon fundado pelo Lisieux em 1861 e o de Hanói fundado pelo de Saigon em 1895. Ela queria ir para as missões como carmelita. As suas superioras reconheceram a sua vocação missionária, mas hesitavam por causa da sua saúde. Quando pensavam de fato em enviá-la a sua saúde entrou de novo em crise e ela nem chegou a partir. Foi o seu último ano de vida.
Encontramos Teresa missionária na sua autobiografia, nas suas poesias, nas suas últimas conversações, mas de maneira mais explícita na sua correspondência com dois missionários, o Pe. Maurice Bellière e o Pe. Adolphe Roulland, cuja vocação ela partilhava, a pedido da priora do Carmelo, a Madre Inês de Jesus. Teresa é uma irmã que os acompanha, aconselha e vive com eles a mesma aventura que eles estavam a viver.
Retenhamos apenas uma passagem dos seus Manuscritos Autobiográficos, de Setembro de 1895, um ano antes da sua morte: "Tenho a vocação de ser apóstolo. Quereria percorrer a terra para pregar o teu Nome e implantar a tua gloriosa Cruz sobre o solo infiel. Todavia, ó meu Amado, uma só missão não me seria suficiente, queria anunciar o Evangelho em cada uma das cinco partes do mundo e até mesmo nas ilhas mais remotas. Gostaria de ser missionária não por alguns anos, mas desde o princípio da criação até a consumação dos tempos. Mas sobretudo, ó meu Amado Salvador, queria derramar o meu sangue por Ti até a última gota".
Ao contrário de muitas outras experiências e doutrinas marcadas pela época ou pela cultura em que aconteceram, a espiritualidade de Santa Teresinha é de todos os tempos e de todos os lugares. A sua base nitidamente evangélica, a simplicidade e a atualidade da sua linguagem, tornam-na acessível a todas as culturas e atual em todos os tempos. É a santa de todos os povos e todas as situações. É tão amada pelos contemplativos como pelos que missionam nas fronteiras, tão querida pelos católicos como por aqueles que não têm fé. Ninguém como ela soube unir os valores da contemplação aos da missão, à oração ao trabalho, o amor de Deus ao amor do irmãos.
Para Santa Teresinha, a Igreja era realmente o Corpo de Cristo. Quando pelo anos de 1894- 95, ela procura o seu lugar na Igreja, o seu coração não se confina ao Carmelo. Ela queria ter todas as vocações e concebe estas vocações de guerreiro , de padre, de apóstolo, de doutor, de mártir, como modos de viver a sua união a Jesus, que lhe inspira os maiores desejos do universo.
Conhece-se a resposta que ela encontrou na leitura dos capítulos XII e XIII da carta de São Paulo aos Coríntios: "Considerando que o corpo místico da Igreja, não me tinha reconhecido em nenhum dos membros apresentados por São Paulo, eu quis reconhecer-me em todos. finalmente a Caridade deu-me a chave da minha vocação. Compreendi que se a Igreja tem um corpo formado por diferentes membros, o mais necessário e o mais nobre de todos não lhe faltava e então compreendi que a Igreja tem um Coração e que este Coração arde de amor. Entendi que só o Amor faz os membros da Igreja agir, e que se o amor viesse a faltar, os apóstolos não anunciariam o Evangelho, os mártires não derramariam o seu sangue. Compreendi que o Amor encerra todas as vocações, que o Amor é tudo. Que ele inclui todos os tempos e lugares. Então, no excesso da minha alegria delirante gritei: Ó Jesus, meu amor, encontrei finalmente a minha vocação... A minha vocação é o Amor".
FONTE:
Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus da Santa Face Rua Campos Elíseos, 540, Alto Barroca, Belo Horizonte - MG - Brasil
http://www.teresinha.com/porqueamar.html
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Categoria:SANTA TERESINHA
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h19
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VIVER DE AMOR
VIVER DE AMOR
Viver de amor é navegar sem descanso,
Semeando nos corações a paz e a alegria.
Timoneiro amado, a caridade me impulsiona,
Pois te vejo nas almas, minhas irmãs.
A caridade é minha única estrela
E, à sua doce luz, navego noite e dia,
Ostentando este lema, impresso em minha vela:
"Viver de Amor"!
Santa Teresinha
Categoria:SANTA TERESINHA
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h01
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Grupo de Oração, eu participo!
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Grupo de Oração, eu participo!
A essência da Renovação Carismática Católica está no Grupo de Oração.
Como tem sido nossa caminhada?
Onde está nossa prioridade, em retiros e congressos, ou no Grupo de Oração?
Vejam o site:
http://www.rccbrasil.org.br/
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Categoria:ARTIGOS,REFLEXÕES
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 21h53
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A humildadade x arrogancia.
A humildade sempre nos dará maior chance de consideração. Enquanto a arrogância sempre nos leva ao tropeço
Na parábola de Jesus abaixo poderemos ver a grande diferença da arrogância e da humildade: qual a conseqüência de uma de outra.
Eu mesmo muitas vezes fui traído pela minha fraqueza humana e agi com arrogância e não deu certo...
Certa vez eu trabalhava numa empresa importante e quando fui num banco a serviço da mesma, notei que havia uma grande fila, conclui que sendo um representante dessa empresa poderia ter o privilegio de ser atendido antes dos outros.
Acreditando nessa vantagem fui até ao chefe dos caixas para tentar furar a fila, mas o pedido foi negado com alegações justas. Olhei para o lado constrangido e notei que todos tinham no olhar a aparência de interrogação ou de indignação. Voltei ao inicio da fila cabisbaixo e esperei a minha vez. Porque fiz isso? Porque meu espírito arrogante agiu, esqueci da humildade e fui humilhado. Esse fato foi real meus irmãos e nunca vou esquecer porque atingiu meu orgulho humano, sentimento que devemos sempre procurar banir do nosso interior.
Por outro lado quantas vezes houve humildade nas minhas ações, e me trouxeram alegrias por ter sido exaltado, não que eu pretenda isso, mas a humildade nos leva a isso.
Quantas vezes aguardei a minha vez e fui chamado diante de todos. Num desses maravilhosos dias lembro-me que participava de um retiro espiritual: O REDIL DO BOM PASTOR de José Bonifácio.Eu estava sentado num dos últimos bancos junto com minha esposa e minha filha menor, (temos um lindo casal de filhos: Gabi e Kleber) quando fui surpreendido com a revelação de que um texto publicando no jornal da Paróquia era de minha autoria,pois estava assinado apenas com as iniciais.
No primeiro instante não percebi que a Irmã coordenadora do encontro falava de mim... Fiquei apavorado quando ela me convidou para dissertar sobre o assunto do texto, pois sou muito tímido. Não consegui ir à frente, portanto a pedido da Irmã fiquei apenas de pé para que todos me vissem, e ela arrematou que todos temos um dom ou talento.
"-O meu com certeza não é de falar em publico." Era um lindo texto sobre a Eucaristia.
Imagine irmãos e irmãs a alegria que senti naquele momento, fui descoberto com simpatia pelos queridos participantes daquele encontro.
A humildade é Jesus, é verdade, é Luz, todos os Santos de Deus tiveram a humildade como a principal bandeira. A humildade vem de Deus e faz parte dos ingredientes do amor, por isso nos faz tanto bem. Ela nos traz amigos verdadeiros, ela nos dá a razão diante dos nossos inimigos.
Enquanto a falta dela nos afasta de tudo isso, levando a aproximação apenas dos que não são amigos verdadeiros: OS INTERESSEIROS E HIPÓCRITAS.
O exemplo maior disso vem do nosso Mestre Jesus, com sandálias e túnica mudou o mundo junto com seus verdadeiros amigos: os seus discípulos.
E eu sempre nas minha orações rogo a Deus por um comportamento humilde, pois de outra forma(arrogante) só nos dá má impressão diante dos outros, e somos classificados como antipáticos.
Lucas14, 7-11
Observando também como os convivas escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes a seguinte parábola: ?Quando fores convidado às bodas, não te sentes no primeiro lugar, pois pode ser que seja convidada outra pessoa de mais consideração do que tu, e vindo o que te convidou, te diga: Cede o lugar a este. Terias então a confusão de dever ocupar o último lugar.
Mas, quando fores convidado, vai tomar o último lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, passa mais para cima. Então serás honrado na presença de todos os convivas.
Porque todo aquele que se exaltar será humilhado, e todo aquele que se humilhar será exaltado.?
Categoria:ARTIGOS,REFLEXÕES
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 01h37
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TERESINHA DAS ROSAS
TERESINHA DAS ROSAS
(Origem da Novenas das rosas. Novena das rosas)
No dia 11 de março de 1873, não sabendo mais o que fazer para curar sua pequena Thérèse de uma gastrenterite, Zélie Martin resolveu ir a Sémaillé, um vilarejo próximo a Alençon, à procura de uma senhora chamada Rose Taillé para ser a ama-de-leite de sua caçula. Assim, de 16 de março de 1873 a 2 de abril de 1874, Teresa viveu nesse lugar, cujos habitantes tinham um gracioso costume: presentearem-se, por qualquer motivo, com flores. A precoce convivência com essa variedade de perfumes certamente terá despertado em nossa Santa uma paixão que a dominará até o fim de seus dias: as flores, especialmente as rosas.
Uma referência importante ao seu amor indistinto pelas rosas, pode ser encontrada numa carta dirigida à prima Maria Guérin no dia 18 de agosto de 1887: "Amo tanto uma bela rosa branca, quanto uma rosa vermelha". É também conhecido o enorme prazer com que lançava pétalas de rosas para o alto quando via passar o ostensório com o Santíssimo Sacramento. Madre Inês, sua irmã de sangue, relata que, no dia 14 de setembro de 1897, poucos dias antes de seu falecimento, Teresinha ganhou uma rosa e a desfolhou sobre o crucifixo de forma muito carinhosa. Algumas pétalas caíram ao chão da enfermaria. Muito seriamente, a santa teria afirmado: "Ajuntai bem estas pétalas, minhas irmãzinhas, elas vos servirão a dar alegrias, mais tarde... Não percam nenhuma..."
Gostava de cobrir de pétalas o seu crucifixo, de forma muito cuidadosa, retirando pacientemente as pétalas murchas. No entanto, não lançava flores em ninguém. A mesma Madre Inês conta que, certa vez, colocou-lhe rosas nas mãos, pedindo-lhe que as atirasse em alguém, como sinal de afeto. A santa recusou-se a fazê-lo, considerando que só lançava rosas para seu amado Jesus.
Em “História de uma Alma” Santa Teresinha aproveita a imagem da rosa para ilustrar um elemento importante de sua "Pequena Via": "Compreendi que o brilho da rosa... não tira o perfume da pequena violeta... Compreendi que, se todas as florzinhas quisessem ser rosas, a natureza perderia seu enfeite primaveril..." Por isso, ela conclui, que Deus criou "os grandes santos que podem ser comparados.... às rosas". Podemos entender que as rosas são os gigantes da fé, os grandes santos. As violetas são as almas pequenas que trilham o pequeno caminho.
Quem tanto amava as rosas, vai prometer, quase ao fim da vida, que fará chover rosas sobre o mundo. Com esta promessa estava se prontificando a interceder pela humanidade junto a Deus. As conhecidas afirmações “Passarei o meu céu fazendo o bem sobre a terra” e “Depois de minha morte mandarei uma chuva de rosas” foram evocadas pela Irmã Maria do Sagrado Coração em seu depoimento no Processo de Beatificação da padroeira dos missionários. Após sua morte os milagres irão se multiplicar. Quem prometeu continuar sua missão no céu, trabalhando para o bem das almas, nunca frustrou os que confiam em sua oração. Ainda hoje são muitos os relatos de curas, milagres e conversões realizados por intermédio da humilde carmelita.
Se a evocação contínua às rosas poderia resvalar-se numa espiritualidade adocicada e infantil, como o querem os que menosprezam Teresinha, a leitura atenta de seus escritos demonstram o contrário. Não sem razão, grandes místicos, como Thomas Merton, dentre outros, a consideram uma grande santa e "não apenas uma boneca piedosa e muda". Imbatível na dor e na provação, viril e apostólica, jamais se apresentou como uma choramingas a reclamar atenção e delicadezas.
Teresa de Lisieux é “Teresinha das Rosas”. Mas suas rosas são rubras como sangue. Sangue de uma paixão alucinada por Jesus Cristo e por seu programa de vida. Sangue de um martírio cotidiano, conseqüência de uma vida diariamente imolada por Deus e pelas “almas”, a quem consagrou inteiramente sua curta existência.
A "Novena das Rosas" é o mais propagado ato de devoção a Santa Teresinha, espalhado por todo o mundo, em todas as línguas. Não se trata de uma fórmula mágica pela qual conseguimos concretizar todos os nossos desejos. Pede-se uma rosa como sinal de que a súplica será atendida. Em muitos casos, o sinal não é tão evidente. O sinal pode ser o silêncio angustiante de uma resposta que não se recebe. Silêncio fecundo que nos dispõe a confiar, cada vez mais, na misericórdia de Deus. O sinal pode ser uma intuição, uma palavra à qual prestamos atenção, ou até mesmo a visita inesperada de um amigo... O que importa é a atitude de abandono, por parte de quem faz a novena, nas mãos misericordiosas do Pai, e o desejo sincero de amá-Lo sobre todas as coisas, aliados ao compromisso de viver intensamente o evangelho, tendo como modelo a Santa de Lisieux. (Pe. Antonio Damásio Rêgo Filho)
ORIGEM DA NOVENA DAS ROSAS
O Rev. Padre Putingan, SJ, no dia 3 de dezembro de 1925, começou uma novena em honra de Santa Teresinha do Menino Jesus, pedindo à milagrosa santa uma graça importante. Nesta intenção começou a rezar, durante a novena, 24 Glória ao Pai, em ação de graças à Santíssima Trindade, pelos favores e graças concedidos a Santa Teresa do Menino Jesus durante os 24 anos de sua existência terrena. Pediu o padre à Santa Teresinha que lhe desse um sinal de que a novena era ouvida, e este sinal seria receber uma rosa fresca e desabrochada. No terceiro dia da novena uma amiga procura o Padre Putigan e lhe oferece uma rosa vermelha.
No dia 24 do mesmo mês o padre começou uma segunda novena e pediu uma rosa branca. No quarto dia da novena, uma irmã, enfermeira do hospital, trouxe uma linda rosa branca dizendo: "Aqui está uma rosa que Santa Teresinha envia a V. Revma.".
Surpreendido, pergunta o padre: "Donde vem esta rosa"? "Fui à capela onde se acha adornada uma bela imagem de Santa Teresinha, diz a freira, e, ao aproximar-me do altar da Santinha, caiu ao meus pés esta rosa. Quis colocá-la de novo na jarra, mas me lembrei de trazê-la a V. Revma."
O Padre Putingan, alcançadas as graças pedidas na novena, resolveu propagá-la, formando uma cruzada de orações em honra de Santa Teresinha.
Assim, no dia 9 a 17 de cada mês, todas as pessoas que desejarem fazer a novena dos 24 Glória ao Pai unem as suas intenções às das pessoas que, na mesma época, fazem a dita novena, e se estabelece, desta maneira, uma bela comunhão de orações.
A NOVENA DAS ROSAS
Pode-se fazer a novena dos 24 Glória ao Pai em qualquer época, mas é preferível e muito mais vantajoso fazer-se do dia 9 a 17 de qualquer mês, a fim de se participar da comunhão de orações dos que a fazem.
Rezam-se durante os nove dias somente 24 Glória ao Pai à Santíssima Trindade em ação de graças pelos favores e graças com que enriqueceu a alma de Santa Teresinha do Menino Jesus, durante os anos que ela viveu na terra, podendo, se quiser, usar da seguinte fórmula ou de outra semelhante:
"SS. Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, eu vos agradeço todos os favores, todas as graças com que enriquecestes a alma de vossa serva Teresa do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou na terra e, pelos méritos de tão querida Santinha, concedei-me a graça que ardentemente vos peço, se for conforme a vossa santíssima vontade e para salvação de minha alma.
Rezam-se em seguida os 24 Glória ao Pai, podendo-se acrescentar a cada Glória ao Pai a jaculatória: Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!"
FONTE:Paroquia Santa Teresinha do Menino Jesus Sagrada Face-Belo Horizonte-MG
http://www.teresinha.com/teresadasrosas.html
Categoria:SANTA TERESINHA
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 01h02
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MANUSCRITOS DE SANTA TERESINHA
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História de uma Alma
MANUSCRITOS DE SANTA TERESINHA
Manuscrito A:
História primaveril de uma Florzinha branca escrita por ela mesma e dedicada à Reverenda Madre Inês de Jesus.
Clique no Link:
http://www.teresinha.com/manuscrito_A.html
Manuscrito B:
CARTA A IRMÃ MARIA DO SAGRADO CORAÇÃO
Clique no Link:
http://www.teresinha.com/manuscrito_B.html
Manuscrito C:
MANUSCRITO ENDEREÇADO A MADRE MARIA DE GONZAGA
Clique no Link:
http://www.teresinha.com/manuscrito_C.html
Fonte: Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus da Sagrada Face - Belo Horizonte - MG
"Faz-nos tanto bem quando sofremos, ter corações amigos cujo eco responde a nossa dor."
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Categoria:SANTA TERESINHA
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 00h41
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Categoria:SANTA TERESINHA
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 00h48
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