União dos cristãos para a construção do Reino de Deus.
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União dos cristãos para a construção do Reino de Deus.
Rivaldo Roberto Ribeiro-José Bonifácio-SP
Mas, conhecendo o pensamento deles, Jesus disse: “Todo reino dividido em grupos que lutam entre si, será destruído; e uma casa cairá sobre outra.” Lucas 11,17.
Esse versículo nos trás a necessidade da união de todos que realmente amam Jesus, dizer-se cristão e não praticar o cristianismo com confiança e fé em Deus, é mentir contra si mesmo.
O reino de Deus é um só, um único reino construído com a verdade de Jesus, e essa verdade é indissolúvel, não se mistura, é clara, é luz. Os que tentam essa divisão mentem como o maligno, porque o que eles querem realmente que o reino de Deus desmorona.
Hoje estamos vivendo diversas tentativas para destruir o reino de Deus, estão tentando instalar a anarquia na família tentando destruí-la. E a família e a célula saudável de qualquer sociedade cristã, que forma uma país justo com cidadãos que cumprem as leis e seus deveres. Por que tanta violência? Porque vem de uma sociedade mal construída, corrompida e corroída nos seus alicerces que é a família. Dando origem a cidadãos sem ética, ladrões, corruptos e violentos.
Meus irmãos como é triste quando ouvimos crianças e adolescentes contestarem as regras morais da fé em Deus.
Estão incutindo na mente dos jovens que os tempos são outros, que hoje pode quase tudo. A inocência que fazia parte dos jovens, que era um tributo a sua honra, um orgulho da maioria esmagadora das meninas e meninos, hoje “pregam” que isso mudou. Muitos insinuam que a inocência de um jovem não deve ser mantida, porque é dessa forma que se previne as doenças como AIDS. Mas essas doenças não se originam justamente da promiscuidade?
Assim como disse Jesus “Quem não está comigo, está contra mim.” (Lucas 11,23) E estar com Jesus é ser um construtor do Seu reino. Vamos construir esse Reino com tijolos podres com alicerces da imoralidade? Dessa forma meus irmãos a esperança morre. Como formar uma família com um alicerce desses?
Assim meus irmãos a união de todos nós combatentes pela Fé cristã é imprescindível, o nosso comportamento deve ser como os discípulos de Jesus, levar sempre a boa nova dos evangelhos em unidade. Somos muitos, mas estamos espalhados e dispersos. Outros brigam por algum destaque dentro da Igreja e deixa para trás o testemunho vivo de Cristo na cruz. Nunca devemos comportar como donos da Palavra de Deus, somos filhos Dela, portanto irmãos iguais. Não foi isso que Jesus nos ensinou: Amar uns aos outros, como Ele nos amou?
O nosso Juiz é Deus e a lei está escrita na Bíblia Sagrada. A nossa união está selada nos versículos dos Evangelhos de Jesus, romper esse selo seria a nossa queda como filhos de Deus, pois estaríamos rompendo a aliança que Jesus instituiu com a Eucaristia na ultima ceia; e a sua crucificação para nos salvar.
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Categoria:ATITUDES CRISTÃS,REFLEXÕES
Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 23h01
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«Cansados e oprimidos».
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«Cansados e oprimidos».
Carregados e sobrecarregados de tantos pesos insuportáveis, muitos deles perfeitamente evitáveis! Os Judeus, no tempo de Jesus, para além de todas as dificuldades do normal quotidiano, tinham que conhecer e que cumprir nada menos do que 248 normas e que prestar atenção a não incorrerem na inobservância de 365 proibições da Lei. Que fácil era, por isso, alguém considerar-se ou ser considerado «pecador», mesmo só por não conhecer aquilo a que estava obrigado! Até a religião, mal entendida, pode transformar-se numa carga, ser fonte de medos, levar as pessoas a viverem na obsessão de estarem sempre a perguntar: «posso fazer isto ou aquilo?» ou «isto é, não é, pecado?». Que pena que se apregoe o medo de Deus! Que tristeza que a religiosidade, em vez de nos libertar, possa criar em nós novas angústias e receios! «A letra mata, mas o espírito vivifica» (2 Cor 3, 6). Onde o Espírito, que dá vida e salva? Se, ao menos, quem é tão exigente para os outros, praticasse o que diz e apregoa! Mas, a quantos de nós se pode aplicar a palavra do Evangelho: «ai de vós,… porque carregais os homens com fardos difíceis de levar e nem sequer com um dedo tocais nesses fardos!» (Lc 11, 46).
Todos temos os nossos fardos, objetivos e subjetivos, inevitáveis e escusáveis: doenças, fracassos, incompreensões, mal-entendidos, receios, não saber a que porta humana bater a pedir auxílio ou, simplesmente, a desabafar. Pensemos nisso, e estejamos certos de que nos ajudamos a nós mesmos, indo em auxílio de outros: «o que quereis que os outros vos façam, fazei-o vós a eles» (Mt 7, 12 – é a «regra de ouro»). E Deus? E Jesus Cristo? Como nos podem aliviar?
Fonte:
Capela Sto.Isidoro
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Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 01h20
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Deus dos «pequeninos».
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Deus dos «pequeninos».
O «jugo» faz com que sejam mais leves as cargas pesadas. É o seu jugo, aquele que Jesus nos dá. A força, que torna as coisas suportáveis, tem a ver com a mansidão e com a humildade do coração de Jesus Cristo, de Deus, que tem e que é coração. Com a mansidão, aprendemos a não nos revoltarmos contra os nossos fardos, a ter uma atitude de serenidade perante as pessoas e as situações, sejam elas quais forem. A mansidão consegue até que se ame o que faz doer, que se aceite, sem protesto, o que custa. Como Jesus, manso e humilde, que, morrendo, venceu o mundo (Jo 16, 33). É Ele que nos diz: «Pela vossa paciência, salvareis as vossas almas» (Lc 16, 19). Paciência é o mesmo que capacidade de sofrer, sem azedume, sem revolta, confiando.
E a humildade? Consiste em, como Jesus no Jardim das Oliveiras, renunciarmos à nossa própria vontade, e dizermos: «Não como eu quero, mas segundo a tua vontade». Ela faz-nos dar o passo de acreditarmos que, em cada sofrimento, está escondido um sentido mais profundo, que nos purifica, nos fortalece e nos santifica. É o sofrimento que nos faz crescer por dentro. O jugo pode ser incomodo, mas acaba por ser leve, vindo de um Deus amigo, como vem. Sofrer, por amor, não custa, não cansa.
Fonte:
Capela Sto.Isidoro
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Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 01h06
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Pai Eterno, Esperança e Salvação!
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Pai Eterno, Esperança e Salvação!
http://blog.paieterno.com.br
Diante dos males que angustiam a pessoa humana, na atualidade, está a perda pelo sentido da vida. Muitos são os indivíduos que dificilmente conseguem questionar as razões mais profundas do ser e do existir no mundo. Trata-se de uma crise, sem precedências, que foi ocasionada pelas promessas vãs de inúmeros sistemas sociais. Estranhamente, alguns acabam se esquecendo de que “o futuro da humanidade está nas mãos daqueles que souberem dar, às gerações de amanhã, razões de viver e de esperar” (Constituição Dogmática Gaudim et Spes n.31). Em uma sociedade conturbada e sem referenciais críveis e sólidos, nos remetemos à origem do existir para proclamarmos a uma só voz: Pai Eterno, vós sois a nossa esperança e salvação!
Na determinação psicológica da palavra ‘esperança’ está imbuído o potencial idealizador da pessoa que se tornará idêntico àquilo que ela espera. Há uma íntima relação entre expectativa e utopia na vivência da esperança. O contrário da esperança é o desespero vivencial diante do sofrimento com suas variadas mazelas, ou seja, a deseperança. Esta pode acontecer de diferentes formas. No entanto, a mais drástica delas é perder a esperança em Deus. Quando a pessoa deixa de esperar no Absoluto de sua existência, ela deixa de crer em si mesma. Desse modo, a razão de existir no mundo perde seu significado e deixa de ter a categoria de valorização.
Toda pessoa espera, na verdade, por algo além de si e aquém do humano. Falaríamos aqui de eternidade. Contudo, é no dia-a-dia que construímos a nossa fé como fundamento da esperança (Hb 11,1). Esperar não é ficar de braços cruzados diante de situações nas quais deveríamos agir como as “mãos de Deus no mundo” (Santo Irineu). Pelo contrário, na raiz da esperança está a experiência da fé no amor de Deus. Tal situação faz com que a nossa vida tenha um norte e a nossa esperança tenha sentido na pessoa de Jesus de Nazaré. Justamente Dele, brota a verdade cristã de que “é na esperança que fomos salvos” (Rm 8,24).
A palavra ‘salvação’ é proveniente do latim ‘salvation’ e a sua gênese cristã expressa que somos salvos no Deus que espera e acredita em nós. “Deus é o fundamento da esperança – não um deus qualquer, mas aquele Deus que possui um rosto humano e que nos amou até ao fim: cada indivíduo e a humanidade no seu conjunto” (Spes Salvi n.31). Deus é a pedra angular e o motivo maior da nossa esperança e salvação! Esperando, nos salvamos; e salvos, esperamos. É um movimento imanente que parte do coração de Deus para atingir as origens históricas do humano. Um Deus que nos cria no amor, espera na fé e salva na misericórdia.
A nós cabe sermos homens e mulheres de esperança. Não podemos deixar de ansiar por uma vida melhor, um mundo mais justo e uma sociedade mais igualitária. Da mesma forma, a nossa esperança deve estar fundamentada no Cristo, para que não se torne mais uma realidade fantasiosa ou uma promessa inútil em um mundo cansado de esperanças vãs. Saibamos nos comportar como pessoas que fazem a utopia se tornar topia: o sonho se transformar em algo verdadeiro. Pessoas de fé lúcida e transparente, aptas a proclamar ao mundo que ainda vale a pena esperar em Deus, porque Ele espera em nós. Pessoas que se fundamentam na verdade cristã para atuarem, como sinais da esperança, na vida daqueles que foram penhorados pelo medo alienante e pelo desespero da inferioridade.
A cada um de nós, também, compete a missão de agirmos como predicados da salvação, uma vez que o sujeito é Cristo. Levamos a salvação porque fizemos a experiência de sermos salvos em Deus. Salvação não é somente pertencer a uma comunidade eclesial, gerar obras de caridade nem atuar em vista de conquistar a ação do Sagrado. Esperar a salvação pelas obras é reduzi-la e desconsiderar a dimensão da fé. Uma não vive sem a outra. A salvação é configurar a vida a Cristo e atualizar sua obra redentora no mundo. Ao permitir que Jesus de Nazaré continue existindo em nós a salvação se faz presente.
A seguir, tanto a esperança quanto a salvação não precisam de advogados, pois a sua força de defesa é o Espírito de Deus. Pelo contrário, a esperança e a salvação ainda estão por aguardar gente que tenha a coragem do Evangelho e o exercício cristão, para orientar na fé todos aqueles que perderam o rumo da vida e o significado da existência em Deus.
Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R. Missionário redentorista, reitor do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno e mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.
http://www.paieterno.com.br/
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Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h29
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