Natal de Jesus


O anjo disse: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo; hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor” (Lc 2,10-11) Feliz Natal De Jesus! |
Categoria:BÍBLIA:a voz de Deus
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h15
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Fotos:presépio montado na Capela de São José-José Bonifácio-SP 

Nasceu Nosso Senhor Jesus... Feliz Natal e muita Luz a todos irmãos em Cristo.
Categoria:JESUS CRISTO/SANTOS
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 18h15
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O PRESÉPIO FOI IDEALIZADO POR SÃO FRANCISCO DE ASSIS Rivaldo R.Ribeiro Foto presépio montado na Capela São José-José Bonifácio-SP
Foi na cidade italiana de Gréccio, na noite de Natal de Jesus no ano 1223 que São Francisco criou o primeiro presépio, com uma representação cênica do nascimento de Jesus numa manjedoura de palhas, acompanhado pelos animais. Era um lugar simples mais enriquecido com muita ternura e amor. Depois São Francisco chamou os moradores próximos para que estivessem no local, para que assim relembrassem a noite do nascimento em Belém do Menino-Deus. O nascimento de Jesus num estábulo junto com os animais, Deus nos quis dar um recado claro e sem duvidas sobre a humildade e a beleza da pobreza quando é uma alternativa de vida. Abandonando o materialismo que nos subverte da condição humana em seres predadores da natureza e da vida. O presépio nos mostra a luz e a beleza na representação do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo. Com isso São Francisco iluminou e reacendeu a fé que estava adormecida entre o povo naquela época, um costume que perpetuou na Igreja até os nossos dias. O Natal do Nosso Senhor aconteceu numa conjunção entre a vida, representada pelos animais: boi, burro e o universo representado pela estrela guia. Foi um momento extraordinário da revelação do Verbo que se fez carne, Cristo tornou-se condição de homem para estar entre os homens. E como filho de Deus nos ensinou a verdade sobre a essência humana nos diferenciando dos animais em muitos aspectos: centralizado na consciência o nosso comportamento como seres racionais. Na ternura do presépio notamos a força divina daquele momento do nascimento do Senhor, São Francisco levou isso ao povo para estimular o renascimento no coração de muitos que o já havia esquecido. Uma encenação que se perpetuou até os dias de hoje e corre pelo mundo ainda com o mesmo objetivo: relembrar o singelo momento do nascimento do Salvador... *********************************** Confira o texto histórico que narra como São Francisco preparou o Natal "Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo, imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os "passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no seguimento de sua doutrina". Estava sempre meditando em suas palavras e recordava seus atos com muita inteligência. Gostava tanto de lembrar a humildade de sua encarnação e o amor de sua paixão, que nem queria pensar em outras coisas. Precisamos recordar com todo respeito e admiração o que fez no dia de Natal, no povoado de Greccio, três anos antes de sua gloriosa morte. Havia nesse lugar um homem chamado João, de boa fama e vida ainda melhor, a quem São Francisco tinha especial amizade porque, sendo muito nobre e honrado em sua terra, desprezava a nobreza humana para seguir a nobreza de espírito. Uns quinze dias antes do Natal, São Francisco mandou chamá-lo, como costumava, e disse: "Se você quiser que nós celebremos o Natal de Greccio, é bom começar a preparar diligentemente e desde já o que vou dizer. Quero lembrar o menino que nasceu em Belém, os apertos que passou, como foi posto num presépio, e ver com os próprios olhos como ficou em cima da palha, entre o boi e o burro". Ouvindo isso, o homem bom e fiel correu imediatamente e preparou o que o santo tinha dito, no lugar indicado. Aproximou-se o dia da alegria e chegou o tempo da exultação. De muitos lugares foram chamados os irmãos: homens e mulheres do lugar, de acordo com suas posses, prepararam cheios de alegria tochas e archotes para iluminar a noite que tinha iluminado todos os dias e anos com sua brilhante estrela. Por fim, chegou o santo e, vendo tudo preparado, ficou satisfeito. Fizeram um presépio, trouxeram palha, um boi e um burro. Greccio tornou-se uma nova Belém, honrando a simplicidade, louvando a pobreza e recomendando a humildade. A noite ficou iluminada como o dia e estava deliciosa para os homens e para os animais. O povo foi chegando e se alegrou com o mistério renovado em sua alegria toda nova. O bosque ressoava com as vozes que ecoavam nos morros. Os frades cantavam, dando os devidos louvores ao Senhor e a noite inteira se rejubilava. O santo parou diante do presépio e suspirou, cheio de piedade e de alegria. A missa foi celebrada ali mesmo no presépio, e o sacerdote que a celebrou sentiu uma piedade que jamais experimentara até então. O santo vestiu dalmática, porque era diácono, e cantou com voz sonora o santo Evangelho. De fato, era "uma voz forte, doce, clara e sonora", convidando a todos às alegrias eternas. Depois pregou ao povo presente, dizendo coisas maravilhosas sobre o nascimento do Rei pobre e sobre a pequena cidade de Belém. Muitas vezes,-quando queria chamar o Cristo* de Jesus, chamava-o também com muito amor de "menino de Belém", e pronunciava a palavra "Belém" como o balido de uma ovelha, enchendo a boca com a voz e mais ainda com a doce afeição. Também estalava a língua quando falava "menino de Belém" ou "Jesus", saboreando a doçura dessas palavras. Multiplicaram-se nesse lugar os favores do Todo-Poderoso, e um homem de virtude teve uma visão admirável. Pareceu-lhe ver deitado no presépio um bebê dormindo, que acordou quando o santo chegou perto. E essa visão veio muito a propósito, porque o menino Jesus estava de fato dormindo no esquecimento de muitos corações, nos quais, por sua graça e por intermédio de São Francisco, ele ressuscitou e deixou a marca de sua lembrança. Quando terminou a vigília solene, todos voltaram contentes para casa. Guardaram a palha usada no presépio para que o Senhor curasse os animais, da mesma maneira que tinha multiplicado sua santa misericórdia. De fato, muitos animais que padeciam das mais diversas doenças naquela região comeram daquela palha e tiveram um resultado feliz. Da mesma sorte, homens e mulheres conseguiram a cura das mais variadas doenças. O lugar do presépio foi consagrado a um templo do Senhor e no próprio lugar da manjedoura construíram um altar em honra de nosso pai Francisco e dedicaram uma igreja, para que, onde os animais já tinham comido o feno, passassem os homens a se alimentar, para salvação do corpo e da alma, com a carne do cordeiro imaculado e não contaminado, Jesus Cristo Nosso Senhor, que se ofereceu por nós com todo o seu inefável amor e vive com o Pai e o Espírito Santo eternamente glorioso por todos os séculos dos séculos. Amém. Aleluia, Aleluia. Tomás de Celano - Primeiro Livro (Fontes Franciscanas). |
Categoria:ATITUDES CRISTÃS,REFLEXÕES
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h50
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Porque ir a grupo de oração. Essa formação serve tanto para aqueles que estão indecisos sobre um grupo de oração, aplicado preferencialmente aos grupos da RCC. E vai servindo de resposta também a aqueles que gostariam de saber o porquê viver em uma comunidade católica da RCC. Os itens abordam tanto a necessidade que tem o homem hoje, quanto os instrumentos vivos que Deus utiliza. 1. Motivam-se a seguirem na prática do evangelho ao verem jovens e outras pessoas da mesma idade e com o mesmo objetivo de seguir sinceramente a Deus. 2. Tem um pastor (que é o coordenador e também diretor espiritual) que acompanha regularmente cada pessoa e incentiva as pessoas na vida de santidade. Não podemos ser clarividentes acerca de nós mesmos, diz São Francisco de Sales, não podemos ser juízes imparciais em nossa própria causa. Por isso a necessidade de alguém bem intencionado que nos diga algo para nossa vida que precisamos. 3. Crescer com experiências pessoais (ação de Deus perceptível na vida da pessoa) que são vividas no grupo e fora dele. 4. Ver a ação de Deus na vida da pessoa e na vida do irmão (testemunhos). 5. Ver o que Deus quer para a vida da pessoa, por meio da “escuta” dos dons carismáticos e sinais perceptíveis na vida que iluminam a busca. 6. No grupo e vida comunitária, há também confirmações do que Deus anda fazendo na vida dela. 7. Fazemos amigos que querem buscar a Deus para que preencham a sede de amizade que temos, e que amigos do mundo preencheriam, lá nós continuamos a ter uma vida normal de qualquer jovem ou adulto (se grupo for de adulto), podendo nascer grandes amizades e até namoro. 8. Fortalecer e fazer amizades, mesmo que a pessoa não veja necessidade, o homem sempre precisa porque é um ser social e precisa sair de grupinhos fechados de amizade que nem sempre nos garantem algo bom. E assim (item 9): 9. Aprender a amar o próximo, o isolamento do ser humano hoje em dia leva a comportamentos anti-sociais. Sair de si, não esperando que outros vão amá-lo: “Há mais alegria em dar do que receber.” (At 20,35) 10. Ganhar forças para orar e caminhar na semana. “Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mt 18,20). 11. Dar a vida pelo próximo, mesmo aos mais solitários que precisam de amigos, seja no grupo ou serviço, aos mais mal humorados, aos que tem pouca vida: “Dar a vida pelos irmãos, assim como Jesus” (1Jo 3) 12. Começo do Espírito missionário. Ninguém sai levando o evangelho sozinho às pessoas ou convoca um evento sozinho ou abre um local de missão em que não há outros para ensinar o evangelho. Na unidade cristã: “Sede um só corpo e um só espírito” que vai além de qualquer estrutura humana, faz com que caminhemos unidos ao passo que o Senhor chama a todos à santidade: “sedes santos” (1Pd 1). Preservamos então amizades que possam no fazer nós caminharmos a Deus e tem assim fundamentos verdadeiros, explica São Francisco de Sales [1]: “Quanto mais delicadas forem as virtudes que cultivardes em vosso trato, tanto mais perfeita será a vossa amizade. Se vos comunicardes as ciências, será decerto muito louvável a vossa amizade; mais ainda, se comunicardes as virtudes, tais como a prudência, discrição, fortaleza e justiça. Mas, se a vossa mútua e recíproca correspondência for de caridade, de devoção e perfeição cristã, ó meu Deus, quão preciosa será a vossa amizade! Será excelente, porque vem de Deus, excelente, porque se encaminha a Deus, excelente, porque o seu vínculo é Deus, excelente, porque durará eternamente em Deus. Oh! como é bom amar na terra, como se ama no céu, e aprender a amar-nos neste mundo, como o praticaremos eternamente no outro!” Já que o homem se desuniu por egoísmo, Deus vai reunir-nos para sermos exemplos de união ao mundo todo. Vinculados à caridade que nos torna cada vez mais semelhantes com o que buscamos que é a imagem e semelhança de Deus. Vendo o amor de Deus no próximo, descobrimos mais a Deus. A amizade sobrenatural, pois, em vez de procurar as familiaridades e carícias, é cheia de respeito e reserva, porque não deseja senão comunicações espirituais. [1] São Francisco de Sales, Filotéia, Parte III cap. 19. Angelo Farias Fonte: http://www.sinaisdostempos.org |
Categoria:ATITUDES CRISTÃS,REFLEXÕES
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h45
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Proibição do crucifixo 
A Corte Européia de Direitos Humanos proibiu que as escolas italianas continuassem expondo os crucifixos nas salas de aula, o que levou o governo italiano a um protesto enérgico contra essa arbitrariedade, pois os símbolos religiosos fazem parte da alma nacional daquele país. O vaticano recebeu com tristeza: “É errado e uma miopia tentar excluí-lo do mundo da educação”, disse o porta voz padre Frederico Lombardi. Como poderemos admitir que um crucifixo ofenda alguém? Se ofender é porque causa alguma reação, se causa alguma reação é porque tem algo que impressiona quem o vê. Com certeza a Fé que não compreendem ou teimam em negá-lá por preconceito ou medo da verdade de Cristo. Pois foi numa cruz que Nosso Senhor passou pelo suplicio e morte para se fazer compreender como filho de Deus e Salvador dos homens. Ou porque a cruz constrange os pecadores, pois revela de forma dolorosa e gritante a consciência de muitos. E agora estão querendo retirá-lo dos órgãos públicos com alegações absurdas que podem traumatizar crianças de outras religiões ou alguma ofensa aos ateus e religiosos que não são católicos? Se for o caso deveremos retirar das ruas, das TVs, revistas e jornais: comerciais, filmes, imagens grotescas e agressivas mostradas em toda a mídia que agridem diariamente crianças de todas as idades e credos, imagens que atentem contra moral da pessoa humana, a boa formação psicológica e pode levar a violência. Aqui no Brasil também está havendo essa tentativa de proibir a exposição do crucifixo em órgãos públicos. Alegam que o crucifixo ofende a liberdade de escolha de religião, um absurdo, pois se fomos ver por esse prisma os templos religiosos de qualquer denominação também fere a liberdade de escolha das pessoas, pois podem influir alguém por causa da sua grandeza ou ostentação, dessa forma é declarar a incapacidade mental e intelectual dos nossos cidadãos. Confundir a laicidade do Estado com a Fé e identidade de um povo é levá-lo a perda dessa identidade, a anarquia e intolerância religiosa.
“A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. Está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e anularei a prudência dos prudentes (Is 29,14). Onde está o sábio? Onde o erudito? Onde o argumentador deste mundo? Acaso não declarou Deus por loucura a sabedoria deste mundo? Já que o mundo, com a sua sabedoria, não reconheceu a Deus na sabedoria divina, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura de sua mensagem. Os judeus pedem milagres, os gregos reclamam a sabedoria; mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos;” ( Coríntios 1,18-23) Pesquise: Proibição de crucifixo |
Categoria:ATITUDES CRISTÃS,REFLEXÕES
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 19h00
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