::::::: ATITUDE CRISTÃ: Caminho da Paz ...José Bonifácio-SP. ( Brasil )


SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

 
 

NOSSA SENHORA APARECIDA.

Nossa Senhora Aparecida-foto Rivaldo R.Ribeeiro

Imagem foi exposta na Capela Santa Teresinha do Menino Jesus- José Bonifácio-SP.

Como sempre a Mãe se mostra linda aos seus filhos.

Ave-Maria, cheia de graça!
O Senhor é convosco
Bendita sois vóis entre as mulheres
E Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus
Santa Maria Mãe de Deus,
Rogai por nós os pecadores
Agora e na hora de nossa morte.
Amém...




Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 03h28
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CAPELA SANTA TERESINHA-JOSÉ BONIFÁCIO-SP

CAPELA SANTA TERESINHA MENINO JESUS-JOSÉ BONIFÁCIO-SP(Foto Rivaldo R.Ribeiro)

Foto: Rivaldo R.Ribeiro

Capela Santa teresinha do Menino Jesus.

Em JOSÉ BONIFÁCIO-SP. fica na Av. Rui Barbosa, 958-

Bairro Santa Teresinha.

 

 

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 00h56
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(Origem da Novenas das rosas. Novena das rosas)

TERESINHA DAS ROSAS

 

No dia 11 de março de 1873, não sabendo mais o que fazer para curar sua pequena Thérèse de uma  gastrenterite, Zélie Martin resolveu ir a Sémaillé, um vilarejo próximo a Alençon, à procura de uma senhora chamada Rose Taillé para ser a ama-de-leite de sua caçula.  Assim, de 16 de março de 1873 a 2 de abril de 1874, Teresa viveu nesse lugar, cujos   habitantes tinham um gracioso  costume: presentearem-se, por qualquer motivo, com flores.  A precoce convivência com essa variedade de perfumes certamente terá despertado em  nossa Santa  uma paixão que a dominará até o fim de seus dias: as flores, especialmente as rosas.

Uma referência importante ao seu amor indistinto pelas rosas,  pode ser  encontrada numa carta dirigida à  prima Maria Guérin  no dia 18 de agosto de 1887: "Amo tanto uma bela rosa branca, quanto uma rosa vermelha". É também conhecido o enorme prazer com que  lançava pétalas de rosas para o alto quando via passar o ostensório com o Santíssimo Sacramento. Madre Inês, sua irmã de sangue, relata que, no dia 14 de setembro de 1897, poucos dias antes de seu falecimento,  Teresinha ganhou uma rosa e a desfolhou sobre o crucifixo de forma muito carinhosa. Algumas pétalas caíram ao chão da enfermaria. Muito seriamente, a santa teria afirmado: "Ajuntai bem estas pétalas, minhas irmãzinhas, elas vos servirão a dar alegrias, mais tarde... Não percam nenhuma..."

Gostava de cobrir de pétalas  o seu crucifixo, de forma muito cuidadosa, retirando pacientemente as pétalas  murchas. No entanto, não lançava flores em ninguém. A mesma Madre Inês conta que,  certa vez,  colocou-lhe rosas nas mãos, pedindo-lhe que as atirasse em alguém, como sinal de afeto. A santa recusou-se a fazê-lo, considerando que só lançava rosas para seu amado Jesus.

Em “História de uma Alma” Santa Teresinha aproveita a imagem da rosa para ilustrar  um elemento importante de sua "Pequena Via": "Compreendi que o brilho da rosa... não tira o perfume da pequena violeta... Compreendi que, se todas as florzinhas quisessem ser rosas, a natureza perderia seu enfeite primaveril..." Por isso, ela conclui, que Deus criou "os grandes santos que podem ser comparados.... às rosas". Podemos entender que as rosas são os gigantes da fé, os grandes santos. As  violetas são as almas pequenas que trilham o pequeno caminho.

Quem tanto amava as rosas, vai prometer, quase ao fim da vida, que fará chover rosas sobre o mundo. Com esta promessa estava se prontificando a interceder pela humanidade junto a  Deus. As conhecidas afirmações  “Passarei o meu céu fazendo o bem sobre a terra” e “Depois de minha morte mandarei uma chuva de rosas” foram  evocadas pela Irmã Maria do Sagrado Coração em seu depoimento  no Processo de Beatificação  da padroeira dos missionários.   Após sua morte os milagres irão se multiplicar. Quem  prometeu continuar sua missão no céu, trabalhando para o bem das almas, nunca  frustrou  os que confiam em sua oração. Ainda hoje são muitos os relatos de curas, milagres e conversões realizados por intermédio da humilde carmelita.

Se a evocação contínua às rosas poderia resvalar-se numa espiritualidade adocicada e infantil, como o querem os que menosprezam Teresinha, a leitura atenta de seus escritos demonstram o contrário. Não sem razão, grandes místicos, como Thomas Merton, dentre outros, a consideram uma grande santa e  "não apenas uma boneca piedosa e muda". Imbatível na dor e na provação, viril e apostólica, jamais se apresentou como uma choramingas a reclamar atenção e delicadezas.  

Teresa de Lisieux é  “Teresinha das Rosas”. Mas suas rosas  são rubras como sangue. Sangue de uma paixão alucinada por Jesus Cristo  e por seu programa de vida. Sangue de um martírio cotidiano, conseqüência de uma vida diariamente imolada por Deus e pelas “almas”, a quem  consagrou inteiramente sua curta existência.

A "Novena das Rosas" é  o  mais propagado ato de  devoção a Santa Teresinha, espalhado por todo o mundo, em todas as línguas. Não se trata de uma fórmula mágica pela qual conseguimos concretizar todos os nossos desejos. Pede-se uma rosa como sinal de que a súplica será atendida. Em muitos  casos,  o sinal não é tão evidente. O sinal pode ser o silêncio angustiante  de uma resposta que não se recebe.  Silêncio fecundo que nos dispõe a confiar,  cada vez mais,  na misericórdia de Deus.  O sinal pode ser uma intuição, uma palavra à qual prestamos atenção,  ou  até mesmo a visita inesperada de um amigo... O que importa é a atitude de abandono, por parte de quem faz a novena, nas mãos misericordiosas do Pai,  e o desejo sincero de amá-Lo sobre todas as coisas,  aliados ao compromisso de viver intensamente  o evangelho, tendo como modelo a Santa de Lisieux.  (Pe. Antonio Damásio Rêgo Filho)  

 

 

 

O Rev. Padre Putingan, SJ, no dia 3 de dezembro de 1925, começou uma novena em honra de Santa Teresinha do Menino Jesus, pedindo à milagrosa santa uma graça importante.

Nesta intenção começou a rezar, durante a novena, 24 Glória ao Pai, em ação de graças à Santíssima Trindade, pelos favores e graças concedidos a Santa Teresa do Menino Jesus durante os 24 anos de sua existência terrena.

Pediu o padre à Santa Teresinha que lhe desse um sinal de que a novena era ouvida, e este sinal seria receber  uma rosa fresca e desabrochada. No terceiro dia da novena uma amiga procura o Padre Putigan e lhe oferece uma rosa vermelha.

No dia 24 do mesmo mês o padre começou uma segunda novena e pediu uma rosa branca.

No quarto dia da novena, uma irmã, enfermeira do hospital, trouxe uma linda rosa branca dizendo: "Aqui está uma rosa que Santa Teresinha envia a V. Revma.".

Surpreendido, pergunta o padre: "Donde vem esta rosa"? "Fui à capela onde se acha adornada uma bela imagem de Santa Teresinha, diz a freira, e, ao aproximar-me do altar da Santinha, caiu ao meus pés esta rosa. Quis colocá-la de novo na jarra, mas me lembrei de trazê-la a V. Revma."

O Padre Putingan, alcançadas as graças pedidas na novena, resolveu propagá-la,  formando uma cruzada de orações em honra de Santa Teresinha.

Assim, no dia 9 a 17 de cada mês, todas as pessoas que desejarem fazer a novena dos 24 Glória ao Pai unem as suas intenções às das pessoas que, na mesma época, fazem a dita novena, e se estabelece,  desta maneira, uma bela comunhão de orações.  

 

 

Pode-se fazer a novena dos 24 Glória ao Pai em qualquer época, mas é preferível e muito mais vantajoso fazer-se do dia 9 a 17 de qualquer mês, a fim de se participar da comunhão de orações dos que a fazem.

Rezam-se durante os nove dias somente 24 Glória ao Pai à Santíssima Trindade em ação de graças pelos favores e graças com que enriqueceu a alma de Santa Teresinha do Menino Jesus, durante os anos que ela viveu na terra, podendo, se quiser, usar da seguinte fórmula ou de outra semelhante:

"SS. Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, eu vos agradeço todos os favores, todas as graças com que enriquecestes a alma de vossa serva Teresa do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou na terra e,  pelos méritos de tão querida Santinha, concedei-me a graça que ardentemente vos peço, se for conforme a vossa santíssima vontade e para salvação de minha alma.

Rezam-se em seguida os 24 Glória ao Pai, podendo-se acrescentar a cada Glória ao Pai a jaculatória: Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!"



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 01h02
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 Santa Teresinha: Enfermidade e morte

                 

Teresinha começou a sentir umas dores de garganta em conseqüência da poeira e das emanações da lavagem de roupas e louças. Depois vieram umas contínuas dores no peito. Paulina não teve coragem de chamar o médico da família, um primo, o Dr. Francis La Néele. O médico oficial da comunidade era o Dr. Cornière, grande amigo de Madre Maria de Gonzaga.

 No dia 14 de setembro de 1894 entra para o Carmelo de Lisieux mais uma Martin, Celina. Desde o tempo de Teresa de Ávila nunca um Carmelo acolhera quatro irmãs da mesma família. Teresinha não sabia como agradecer a Deus.

 As dores de garganta de Teresinha persistiam. Já causavam sérias apreensões. Os remédios não surtiam nenhum efeito. Não obstante, ela não diminuía as suas atividades. Antes, seus trabalhos aumentaram com a entrada de mais quatro postulantes, entre elas, Celina.

 Em fins de 1894, Teresinha começou a se questionar. Há seis anos entrara para o Carmelo e jamais abrira mão do desejo de se tornar santa. A leitura da vida dos grandes santos deixou-a meio confusa. Todos esses santos distinguiram-se por uma vida de grandes mortificações, praticaram em alto grau toda as virtudes e Deus dotou-os dos mais extraordinários dons e carismas. Perto deles, ela se julga um “obscuro grão de areia”. Mas não desanima. Não se sente apta a “subir a rude escada da perfeição”, mas há que se santificar por outro caminho. Lembrou-se então de que ouvira, num retiro, o Pe. Prou falar de um caminho pequeno e reto, completamente novo para se chegar ao amor total. Teresinha descobre esta “Pequena Via”, que se tornará a essência de sua espiritualidade. Já que não consegue, através de férreas disciplinas e sacrifícios, alcançar a santidade, Jesus mesmo será sua santidade. Ele irá conduzi-la nos braços até a Montanha do Amor. O seu pequeno caminho será o do abandono, da entrega confiante nas mãos do Pai.

 Um dia, após a missa da Santíssima Trindade, Teresa quis oferecer-se como vítima de holocausto ao Amor Misericordioso. Pediu a obteve permissão da Priora. Quis que Celina também o fizesse. Foi diante da imagem de Nossa Senhora das Vitórias que fez sua consagração, ela e a irmã.

 Era a Semana Santa de 1896. Na noite de Quinta-feira Santa, 3 de abril, Teresinha estava no coro fazendo adoração. Fica aí até meia-noite. Depois vai repousar. Mal se deita, sente uma golfada, como vômito, que lhe sobe até os lábios. Como a lâmpada já estava apagada, ela não quis verificar. Só no dia seguinte pôde constatar. O vômito era sangue. Não teve medo. Era um anúncio do Bem Amado de seu coração. No dia seguinte, conta o ocorrido à Priora, completando: “Estou passando bem, e suplico-lhe que não me conceda nada de especial”. A Priora, sem se dar conta do estado real de Teresinha, concorda. Durante o dia Teresinha se entrega aos trabalhos na forma de sempre.

 Na noite seguinte, o mal se repete. Teresinha é socorrida e atendida pelo Dr. Néele. O diagnóstico do médico e os remédios não surtiram o mínimo efeito de alívio para Teresinha. Ela só podia sonhar de em breve estar junto do Bem Amado! 

 Teresa fez questão de não se dispensar de nada. Andava pelos corredores do claustro exposta à neve, ao frio e à chuva sem baixar a cabeça e sem se proteger. Passava longas horas no coro sem se encostar em nada, sem desfalecer, mesmo quando mal podia respirar. Esforçava-se por rir, gracejar, e mostrava-se interessada por tudo. Comia de tudo o que lhe apresentavam.

 Ninguém a ouvia tossir durante a noite. Encarregava-se dos pequenos serviços da comunidade. Costurava, pintava, escrevia versos e cartas enquanto havia luz em seu quarto. Quando estava só é que tudo mudava. As energias lhe fugiam. Sentia imensa dificuldade em subir e descer escadas. Passava as noites com febre e frio; tossia sangue. É simplesmente incompreensível que durante todo o tempo do inverno ninguém tivesse notado a gravidade de sua doença. Ela queria morrer em atividade. Enquanto isso a doença progredia. Permaneceu fiel em não pedir nenhuma isenção. Madre Gonzaga, de seu lado, não tomava a mínima iniciativa em providenciar-lhe os cuidados necessários.

 Só depois que o estado de Teresinha se complicou é que Madre Gonzaga resolveu desvelar-se mais do que uma mãe. Desde abril Paulina não saía de perto da irmã enferma, para anotar tudo o que ela podia dizer. O período de maio a 30 de setembro de 1897, dia de sua morte, foi uma longa agonia. Desenganada pelos médicos, Teresa esperava morrer. Mas, apenas viu adiar-se sempre mais a sua agonia.

 Em julho vê pela última vez seus familiares. Neste mesmo mês já não consegue retomar a pena para escrever. Pede a unção dos enfermos. Com fervor diz: “Eu creio! Eu amo para crer mais firmemente!” Até agosto as hemoptises repetem-se. No dia 8 de julho tem de ser levada para a enfermaria onde inicia uma longa agonia de doze semanas.  Leva consigo a imagem de Nossa Senhora das Vitórias. Em tudo depende dos outros. Os sofrimentos físicos vêm todos juntos: febre, suores, falta de ar, insônia.

 Dia 30, na manhã de sua morte, diz: “Eu não me arrependo de me ter abandonado ao Amor”. Às horas finais, as mãos ficam geladas, o rosto se congestiona. De quando em quando, Teresa solta breves gemidos de sofrimento. Às sete da noite, ela fita o Cristo crucificado e diz: “Eu vos amo”, inclina a cabeça e expira.  O corpo ficou exposto no coro, atrás das grades, de sexta a domingo, para a visitação dos parentes e amigos. Todos queriam vê-la e tocá-la com terços e medalhas, como se já quisessem pedir-lhe graças e favores.

 No dia 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis, foi sepultada no cemitério de Lisieux a Irmã Teresa do Menino Jesus da Santa Face, falecida aos 24 anos. Quem dirige o cortejo fúnebre é sua irmã Leônia; de coração despedaçado. Havia muito pouca gente no pequeno cemitério. Depois do enterro o Carmelo voltou à rotina.

 FONTE:

http://www.teresinha.com/

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h23
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A glória da pequena Teresa

 

 

Paulina assumira o compromisso de publicar os escritos da irmã. Por isso pôs logo mãos à obra. Em pouco tempo transformou-os num volume de 474 páginas. Assim, um ano depois, em 1898, aparece a “História de uma Alma”, com uma tiragem de dois mil exemplares. Em 1899 foi preciso fazer uma nova edição. Em 1900 tinham sido vendidos seis mil exemplares. Nos anos seguintes saem as traduções para o inglês, alemão, italiano, espanhol, português, japonês e  russo.

 

Chegam ao Carmelo de Lisieux milhares de cartas e pedidos de lembranças e relíquias. As romarias e visitas ao túmulo foram-se somando. Chegaram notícias de graças alcançadas, de conversões, etc. As próprias irmãs não sonhavam tamanho sucesso. O certo é que de uma fagulha fez-se um incêndio.

 

Em 1906 o Pe. Prévost encarrega-se de dar os primeiros passos na causa da beatificação e canonização de Teresinha. O processo foi mais rápido do que se podia esperar. O Papa Pio X, antecipando-se, chamou Teresinha “a maior santa dos tempos modernos”.

 

Em 1921 o papa Bento XV promulgou o decreto de heroicidade de suas virtudes. Depois, seu sucessor, Pio XI, fez dela a “estrela de seu pontificado”.

No dia de sua beatificação, 23 de abril de 1923, sua vida foi considerada uma “Palavra de Deus” para o nosso século.

 

 Finalmente, no dia 17 de maio de 1925, o papa Pio XI, contrariando as leis canônicas, diante de cinqüenta mil pessoas dentro da Basílica de São Pedro e diante de mais de quinhentas mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, em Roma, canoniza Teresinha.

 

A cerimônia contou com a presença de 33 cardeais e 250 bispos do mundo inteiro. Dois anos depois o mesmo Pio XI proclama Santa Teresinha “padroeira principal das missões”, pondo-a em pé de igualdade com o grande missionário São Francisco Xavier.

 

O papa Pio XII, em 1944, declarou-a padroeira da França em pé de igualdade com Santa Joana d’Arc.

No dia das Missões de 1997, ano do centenário de sua morte, Teresinha foi proclamada Doutora da Igreja pelo papa João Paulo II, na Basílica de São  Pedro em Roma. 

 Fonte:  Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus da Santa Face: http://www.teresinha.com/gloria.



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h15
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125-Ato de oferenda ao amor misericordioso

Ato de oferenda ao amor misericordioso 

(Santa Teresinha do Menino Jesus)

Ó meu Deus! Trindade Bem-aventurada! Desejo amar-Vos e fazer Vos amar, trabalhar pela glorificação da Santa Igreja, salvando as almas que estão na terra, e libertando as que estão no Purgatório. Desejo cumprir plenamente a vossa vontade, e chegar ao grau de glória que me preparastes no vosso Reino; numa palavra, desejo ser santa. Mas conheço a minha impotência, e peço-Vos, ó meu Deus, que sejais Vós mesmo a minha Santidade.

 

Já que Vós me amastes  até me dardes o vosso Filho único para ser o meu Salvador e o meu Esposo, os tesouros infinitos dos seus méritos são meus: ofereço-Vo-los com alegria, suplicando-Vos que não olheis para mim senão através da Face de Jesus e no seu Coração ardente de Amor.

 

Ofereço-Vos também todos os méritos dos Santos (que estão no Céu e na terra), os seus atos de Amor, e os dos Santos Anjos. Finalmente, ofereço-Vos, ó Bem-aventurada Trindade, o Amor e os méritos da Santíssima Virgem, minha querida Mãe: é a ela que entrego o meu oferecimento, pedindo-lhe que Vo-lo apresente.

 

O seu divino Filho, meu Esposo Bem-amado, nos dias da sua vida mortal, disse-nos: «Tudo o que pedirdes ao meu Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá!». Tenho, portanto, a certeza de que atendereis os meus desejos.

 

Bem sei, ó meu Deus, quanto mais quereis dar, mais fazeis desejar. Sinto no meu coração desejos imensos, e é com confiança que Vos peço que venhais tomar posse da minha alma. Ah! não posso receber a Sagrada Comunhão tantas vezes quantas desejo, mas, Senhor, não sois Todo-poderoso?... Ficai em mim, como no Sacrário. Nunca Vos afasteis da vossa hostiazinha...

 

Quereria consolar-Vos da ingratidão dos maus, e suplico-Vos que me tireis a liberdade de Vos desagradar. Se, por fraqueza, cair algumas vezes, que logo o vosso divino olhar purifique a minha alma, consumindo todas as minhas imperfeições, como o fogo, que transforma em si próprio todas as coisas...

 

Agradeço-Vos, ó meu Deus, por todas as graças que me concedestes,  especialmente por me terdes feito passar pelo crisol do sofrimento. Será com alegria que Vos contemplarei no último dia, levando o centro da Cruz. Já que Vos dignastes dar-me em herança esta Cruz tão preciosa, espero parecer-me convosco no Céu, e ver brilhar no meu corpo glorificado os sagrados estigmas da vossa Paixão... Depois do exílio da terra, espero ir gozar de Vós na Pátria, mas não quero acumular méritos para o Céu, quero trabalhar só por vosso Amor, com o único fim de Vos agradar, de consolar o vosso Coração Sagrado, e de salvar almas que Vos amarão eternamente.

 

Na noite desta vida, aparecerei diante de Vós com as mãos vazias, pois não Vos peço, Senhor, que conteis as minhas obras. Todas as nossas justiças têm manchas aos vossos olhos. Quero, portanto, revestir-me com a vossa própria Justiça, e receber do vosso Amor a posse eterna de Vós mesmo. Não quero outro Trono, nem outra Coroa, senão Vós, ó meu Bem-amado!...

 

Aos vossos olhos, o tempo não é nada: um só dia é como mil anos; podeis, portanto, num instante, preparar-me para aparecer diante de Vós...

 

A fim de viver num ato de perfeito Amor, ofereço-me como vítima de holocausto ao vosso amor misericordioso, suplicando-Vos que me consumais sem cessar, deixando transbordar para a minha alma as ondas de ternura infinita que estão encerradas em Vós, e que assim eu me torne Mártir do vosso Amor, ó meu Deus!...

 

Que este Martírio, depois de me ter preparado para aparecer diante de Vós, me faça, enfim, morrer, e que a minha alma se lance, sem demora, no eterno abraço do vosso Amor misericordioso...

 

Quero, ó meu Bem-amado, a cada palpitação do meu coração, renovar-Vos este oferecimento um número infinito de vezes, até ao momento em que, desvanecidas as sombras, possa reafirmar-Vos o meu Amor num face-a-face eterno!...



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h24
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Festa de Santa Teresinha-01 de outubro, quarta-feira.

Festa de Santa Teresinha

01 de outubro, quarta-feira.

  

“Futuramente, sem dúvida, o tempo atual parecer-me-á ainda cheio de imperfeição, mas agora não me espanto com nada, não fico triste por constatar que sou a própria fraqueza, pelo contrário, é nela que me glorifico e espero cada dia descobrir em mim novas imperfeições. Lembrando-me de que a Caridade estende um véu sobre uma multidão de pecados, abasteço-me nessa mina fecunda que Jesus abriu diante de mim".

 

 

 

CLIQUE AQUI, ABRIRÁ UMA PAGINA SOBRE SANTA TERESINHA

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 15h02
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A SANTIDADE AO ALCANCE DE TODOS

A SANTIDADE AO ALCANCE DE TODOS

Heriberto Monroy,  OCD

Santa Teresinha

  Atualmente fala-se muito sobre espiritualidade,  formas e métodos de oração. Muitos segmentos de nossa sociedade,  em meio ao consumismo e ao materialismo,  buscam preencher o vazio existencial com métodos orientais de meditação e exercícios mentais. Trata-se de um impulso do homem moderno que busca “transcender-se”, “buscar  Deus”, de forma nem sempre correta e simples.

 

Santa Teresinha do Menino Jesus viveu a espiritualidade mais simples, aquela que nos ensina Nosso Senhor Jesus Cristo nos Evangelhos: “deixem que os pequenos venham a Mim e não se lhes  proíbam, porque deles é o reino dos céus”(Mt 19,14). Ela viveu uma vida muito simples, mas de grande santidade. A palavra “santidade” nos soa hoje como algo do passado ou que interesse apenas às monjas. Dizer “eu quero ser santo” não agrada aos ouvidos, pode parecer loucura ou presunção. Mas, sem dúvida, todos somos chamados à ‘santidade’. Poderemos nos perguntar, mas como posso ser santo neste mundo, neste estado de vida que escolhemos, na vida matrimonial, na vida familiar, no trabalho, na vida cotidiana? Em que consiste a santidade?

 

Santa Teresinha nasceu em Alençon, Franca, no dia 2 de janeiro de 1973. Foi batizada com o nome de Maria Francisca Teresa Martin. Seus pais Luís Martin e Zélia Martin, quando jovens aspiraram ingressar na vida religiosa, mas Deus tinha outros planos para eles: formar uma família verdadeiramente cristã. De fato, suas cinco filhas ingressaram na vida religiosa: Maria, Paulina, Leônia, Celina e Teresa. Leônia ingressou no Convento da Visitação e as outras no Carmelo Descalço. 

 

Teresinha ficou órfã de mãe aos três anos de idade. Suas irmãs se encarregaram de sua educação e formação cristã. Este é um exemplo de como a formação dos pais é tão importante na geração de bons cristãos.

 

Teresinha viveu uma infância muito feliz, de modo especial por ser a “predileta” de seu pai. Teve também momentos difíceis, como a longa enfermidade que não pôde ser bem compreendida pelos médicos da época. Teresinha foi curada milagrosamente ao contemplar uma pequena imagem da Virgem Maria cujo semblante se transformou e resplandeceu  uma surpreendente formosura. Teresinha nos conta que Nossa Senhora respirava bondade e ternura inefáveis. Mas o que atingiu o mais íntimo de sua alma foi o sorriso encantador da Santíssima Virgem. A partir de então foi curada de sua terrível enfermidade.

 

Aos 14 anos, mergulhada num mar de escrúpulos, e depois de pedir insistentemente a Jesus que a curasse, recupera a saúde numa noite de Natal. Ela chamará esta graça de “a graça do Natal”.

Logo após esta cura recebe de Deus o chamado para o Carmelo. Ela não quer duvidar, mas pede a Deus que confirme o seu desejo. Deus lhe dá o sinal que é um pedido e confirmação de sua vocação. Ele a deseja na vida religiosa, para que ofereça suas orações e sofrimentos para a conversão dos pecadores.

 

Teresinha pede a Deus a conversão para um criminoso condenado à morte que não apresentava nenhum sinal de arrependimento. Deus escuta e responde às preces de Teresinha. No último momento, prestes a ser executado, o homem se aproxima do crucifixo que antes havia repelido, beija-o e pede perdão a Deus.

 

Através desta prova ela não mais duvidará que Deus a chama para o Carmelo, para onde vai, segundo seu próprio testemunho,  “salvar  almas e rezar especialmente pelos sacerdotes”.

 

Devido à sua pouca idade (quinze anos), negam-lhe a entrada no Convento. Porém, cheia de amor a Deus, visita o bispo que lhe nega o ingresso no Carmelo. Mas ela viaja a Roma com seu pai para falar com o Papa Leão XIII, que lhe diz: “Será feito o que Deus quiser”. Ao regressar a Lisieux encontra as permissões solicitadas e entra no Carmelo Descalço no dia 9 de abril de 1888.

 

Sua vida no Carmelo foi de um imenso amor a Deus através de uma vida de grande simplicidade, humildade, amabilidade e capacidade de serviço para com suas companheiras, especialmente com aqueles que não a tratavam bem. Em seus escritos ela nos diz: “desde o princípio encontrei mais espinhos que rosas, o sofrimento me abriu os braços e eu o aceitei com amor”.

 

Sofreu diversas provações espirituais e começa o calvário de sua enfermidade (tuberculose) no dia  3 de abril de 1896, em uma Sexta-feira  santa. Enfermidade que a irá aniquilando por um ano e meio, mas que a fortalecerá sua vontade e seu amor a Deus, levando-a a aceitar sua dor com paciência e amor, pela salvação das almas.

 

No dia 30 de setembro de 1897, pelas sete e vinte da noite, morre Santa Teresinha depois de uma agonia de dois dias. Suas últimas palavras, depois de aceitar prosseguir sofrendo pela salvação das almas, foram: “Eu vos amo, meu Deus, eu vos amo!”

Depois de proferir estas palavras, tocaram-se os sinos e a comunidade se reuniu para testemunhar o êxtase da santa moribunda.

 

As “Últimas Palavras” nos relatam: “Seu rosto recobrou a cor que possuía quando gozava de plena saúde, seus olhos estavam fixos para o alto, refulgentes de paz e alegria. Fazia certos movimentos com a cabeça como se alguém a houvesse ferido com uma flecha de amor e logo retirava a flecha para voltar a feri-la de novo. Irmã Maria da Eucaristia aproximou uma vela para ver de perto seu sublime olhar. Suas pupilas, à luz da vela, não apresentavam nenhuma reação. Ela prosseguia olhando para o alto e sorrindo... e depois exalou o último suspiro conservando seu sorriso”.

 

 

Muitos poderão se perguntar:  o que terá a nos ensinar uma monja que morreu aos vinte e quatro anos. Eu diria: muita coisa! Seus ensinamentos revolucionaram a Igreja de seu tempo e essa revolução continua ocorrendo. Muitos religiosos e sacerdotes devem-lhe a  vocação; muitos jovens solteiros e casais encontram nela um exemplo para viver sua vida cristã com humildade, simplicidade e sobretudo com um imenso amor e confiança em Deus.

 

Como Santa Teresinha se tornou padroeira das Missões se nunca saiu do seu Convento?  muitos poderão questionar. Porque ela valorizou a oração e o sacrifício oferecidos a Deus para o bem dos outros. Esta é a razão de ser da vocação à Vida Contemplativa: viver em amorosa e constante intimidade com Deus. Quero usar uma comparação para esclarecer o que é a Vida Contemplativa.

 

            Ela é com uma boa mãe que por amor a seu filho enfermo fica em casa cuidando dele, não tendo para essa mãe nenhum valor as festas e compromissos sociais, porque o amor é mais forte.

 

            Na vida Contemplativa, a pessoa acompanha Jesus constantemente, se não abatido por alguma enfermidade, ao menos  sedento de amor, pedindo-nos amor pelo muito que nos ama e a quem só retribuímos com desprezo e ingratidões. Esta foi a queixa de amor que Nosso Senhor Jesus Cristo fez a Santa Margarida Maria de Alacoque quando lhe mostrou seu Sagrado Coração. A mesma queixa de amor ele prossegue nos fazendo hoje.

 

            Os pilares que sustentam a doutrina de Santa Teresinha são o Amor e a Confiança em Deus. A maior graça de sua vida foi compreender a Misericórdia de Deus para com os pequenos e pobres, porque são com os que mais acolhem a Deus. Ela nos dá exemplo de sua simplicidade na vida de oração, com confiança total e absoluta em Deus. Confiar e crer em Deus era para ela, esperar contra toda esperança sabendo que é Deus quem nos faz perfeitos não por nossas próprias obras ou méritos, mas porque nos deixamos guiar por Ele.

 

            Ela encontrou e definiu sua missão na Igreja e nos diz: “minha vocação, finalmente a encontrei.... MINHA VOCAÇÃO É O AMOR. Sim, eu encontrei meu lugar na Igreja e foste tu, Deus, quem me deste este lugar. No coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o AMOR”.

 

            Como Santa Teresinha, cada um tem  uma missão na Igreja, no povo de Deus. Ele mesmo nos escolheu para tal missão e nos dotou de capacidades e aptidões para tanto. Deus não nos envia à guerra sem armas!

 

            Santa Teresinha iniciou sua missão na terra oferecendo sua oração e sacrifício para salvar almas. Ela esta convicta que após sua morte continuaria trabalhando para a nossa salvação. Ela escreveu: “Quando eu morrer, minha missão começará. Farei cair sobre a terra uma chuva de rosas (de graças) sobre todas as almas, para que amem e façam amar a Deus”.

 

 FONTE: http://www.teresinha.com/santidade.html



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h33
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MOTIVOS PARA AMAR SANTA TERESINHA

MOTIVOS PARA AMAR SANTA TERESINHA 

 

Pio XI chamou-a a maior santa dos tempos modernos. Os escritos de Santa Teresinha e a história da sua vida conheceram uma divulgação extraordinária: traduzida em todas as línguas estão na origem de muitas conversões e muitas vocações. A "História de uma alma" é um dos livros mais lidos em todo o mundo.

Depois de Nossa Senhora, ela é, segundo confessa Conrad de Maester, a mulher mais querida dos cristãos. O povo conhece-a como Santa Teresinha, nome que ela mesma confessou ser o que mais lhe agradava. Dificilmente se encontra uma igreja que não tenha uma imagem de Santa Teresinha ou uma diocese sem uma igreja ou capela consagrada a ela. No Brasil, mais de 150 paróquias lhe  são dedicadas.

A mensagem de Teresinha do Menino  Jesus é uma mensagem para o povo simples. A sua linguagem e a sua doutrina são acessíveis a todos. É a espiritualidade dos pequeninos, em que sobressaem os valores da paternidade de Deus e da confiança das crianças.

Para ela, a santidade é acessível a todos e enquadra-se nos gestos e nos ritos mais simples da vida de todos os dias. As pessoas vêem-se em Teresinha de Jesus como num espelho: a sua própria vida feita de pequenos nadas, de luzes e sombras de cruzes e alegrias. O seu sorriso cheio de paz, a sua adolescência povoada de sonhos, os seus gestos cheios de delicadeza feminina, aproximam Teresinha de toda a gente e todos a sentem ao seu lado. Foi ela, muito antes do Vaticano II, que ensinou ao povo os caminhos da santidade.

 Por outro lado, os grandes teólogos do nosso século procuram aprofundar os ensinamentos de Santa Teresa, à primeira vista distantes de qualquer reflexão sistemática. Um desses teólogos, Conrad de Maester, fez a sua tese de doutorado sobre Teresa de Lisieux, a que deu o nome de "As mãos vazias". Ele que presidiu a comissão de teólogos que preparou a tese que levou Santa Teresinha a ser proclamada doutora da Igreja. Foi a terceira mulher a receber essa distinção, depois de Teresa de Ávila e Catarina de Sena.

Fala-se hoje muito do ecumenismo teresiano. Os protestantes que leram os escritos de Santa Teresinha encontraram nela os principais valores que eles próprios realçam: a centralidade da Palavra de Deus, a confiança na sua misericórdia, o distanciamento dos méritos próprios em face da graça divina.

Os ortodoxos por sua vez, descobriram em Santa Teresinha uma pessoa sempre aberta à ação do Espírito Santo e admiram a sua profunda devoção mariana que contempla a Virgem como nossa mãe e modelo do caminho que nos leva a Jesus. Até por esta dimensão ecumênica, Santa Teresinha é profundamente atual.

         Os próprios não crentes confessam como a vida de Santa Teresinha mudou as suas vidas. O drama da sua busca de Deus, no meio de trevas e tentações contra a fé e luz para tantos que buscam Deus às escuras. Nos últimos meses da sua vida, Teresa de Lisieux viveu a purificação dolorosa da fé. Diz Blanchard que neste laboratório da prova a apóstola dos que não têm fé, um farol para todos aqueles que procuram Deus na obscuridade. A fé de Santa Teresinha não foi feita só de rosas e sorrisos.

Ela encontrou muitos espinhos nesta fidelidade à fé. Foram estes espinhos que não só lhe guardaram a fé mas a fizeram crescer. Bastaria lembrar o retiro de 1889 para a tomada de hábito, que foi um "mergulho nas trevas"; o de 1890, que precedeu a sua profissão e, como todos os que se seguiram lhe trouxe a secura mais completa e quase o abandono; o de 1891, em que ela chegou a perguntar-se se o Céu existia; e a sua grande prova de fé, foi a de sentir durante os últimos 18 meses da sua vida "toda uma bateria de tentações contra a fé , em que todas as consolações da terra se transformaram em amargura".

Pio XI proclamou Teresinha de Jesus padroeira das missões, e isso aconteceu não só por ter feito da causa missionária a grande prioridade do seu pontificado, mas por Santa Teresinha, de fato, ter sido uma grande apaixonada das missões. Durante toda a sua vida de carmelita, Teresa quis ser missionária, esperando ser enviada para o Vietnam, onde havia dois mosteiros carmelitas historicamente ligados ao Carmelo de Lisieux: o de Saigon fundado pelo Lisieux em 1861 e o de Hanói fundado pelo de Saigon em 1895. Ela queria ir para as missões como carmelita. As suas superioras reconheceram a sua vocação missionária, mas hesitavam por causa da sua saúde. Quando pensavam de fato em enviá-la a sua saúde entrou de novo em crise e ela nem chegou a partir. Foi o seu último ano de vida.

Encontramos Teresa missionária na sua autobiografia, nas suas poesias, nas suas últimas conversações, mas de maneira mais explícita na sua correspondência com dois missionários, o Pe. Maurice Bellière e o Pe. Adolphe Roulland, cuja vocação ela partilhava, a pedido da priora do Carmelo, a Madre Inês de Jesus. Teresa é uma irmã que os acompanha, aconselha e vive com eles a mesma aventura que eles estavam a viver.

Retenhamos apenas uma passagem dos seus Manuscritos Autobiográficos, de Setembro de 1895, um ano antes da sua morte: "Tenho a vocação de ser apóstolo. Quereria percorrer a terra para pregar o teu Nome e implantar a tua gloriosa Cruz sobre o solo infiel. Todavia, ó meu Amado, uma só missão não me seria suficiente, queria anunciar o Evangelho em cada uma das cinco partes do mundo e até mesmo nas ilhas mais remotas. Gostaria de ser missionária não por alguns anos, mas desde o princípio da criação até a consumação dos tempos. Mas sobretudo, ó meu Amado Salvador, queria derramar o meu sangue por Ti até a última gota".

Ao contrário de muitas outras experiências e doutrinas marcadas pela época ou pela cultura em que aconteceram, a espiritualidade de Santa Teresinha é de todos os tempos e de todos os lugares. A sua base nitidamente evangélica, a simplicidade e a atualidade da sua linguagem, tornam-na acessível a todas as culturas e atual em todos os tempos. É a santa de todos os povos e todas as situações. É tão amada pelos contemplativos como pelos que missionam  nas fronteiras, tão querida pelos católicos como por aqueles que não têm fé. Ninguém como ela soube unir os valores da contemplação aos da missão, à oração ao trabalho, o amor de Deus ao amor do irmãos.

Para Santa Teresinha, a Igreja era realmente o Corpo de Cristo. Quando pelo anos de 1894- 95, ela procura o seu lugar na Igreja, o seu coração não se confina ao Carmelo. Ela queria ter todas as vocações e concebe estas vocações de guerreiro , de padre, de apóstolo, de doutor, de mártir, como modos de viver a sua união a Jesus, que lhe inspira os maiores desejos do universo.

Conhece-se a resposta que ela encontrou na leitura dos capítulos XII e XIII da carta de São Paulo aos Coríntios: "Considerando que o corpo místico da Igreja, não me tinha reconhecido em nenhum dos membros apresentados por São Paulo, eu quis reconhecer-me em todos. finalmente a Caridade deu-me a chave da minha vocação. Compreendi que se a Igreja tem um corpo formado por diferentes membros, o mais necessário e o mais nobre de todos não lhe faltava e então compreendi que a Igreja tem um Coração e que este Coração arde de amor. Entendi que só o Amor faz os membros da Igreja agir, e que se o amor viesse a faltar, os apóstolos não anunciariam o Evangelho, os mártires não derramariam o seu sangue. Compreendi que o Amor encerra todas as vocações, que o Amor é tudo. Que ele inclui todos os tempos e lugares. Então, no excesso da minha alegria delirante gritei: Ó Jesus, meu amor, encontrei finalmente a minha vocação... A minha vocação é o Amor".

 FONTE:

Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus da Santa Face
Rua Campos Elíseos, 540, Alto Barroca,  Belo Horizonte - MG - Brasil

 http://www.teresinha.com/porqueamar.html



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h19
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VIVER DE AMOR

VIVER DE AMOR

 

Viver de amor é navegar sem descanso,

Semeando nos corações a paz e a alegria.

Timoneiro amado, a caridade me impulsiona,

Pois te vejo nas almas, minhas irmãs.

A caridade é minha única estrela

E, à sua doce luz, navego noite e dia,

Ostentando este lema, impresso em minha vela:

"Viver de Amor"!

 

Santa Teresinha



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h01
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MANUSCRITOS DE SANTA TERESINHA

 

História de uma Alma

MANUSCRITOS DE SANTA TERESINHA

 

 

 

Manuscrito A:

História primaveril de uma Florzinha branca escrita por ela mesma e dedicada à Reverenda Madre Inês de Jesus.

 

Clique no Link:

http://www.teresinha.com/manuscrito_A.html

 

Manuscrito B:

CARTA A IRMÃ MARIA DO SAGRADO CORAÇÃO

Clique no Link:

http://www.teresinha.com/manuscrito_B.html

 

Manuscrito C:

MANUSCRITO ENDEREÇADO A MADRE MARIA DE GONZAGA

Clique no Link:

http://www.teresinha.com/manuscrito_C.html

 

Fonte: Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus da Sagrada Face - Belo Horizonte - MG

 

"Faz-nos tanto bem quando sofremos, ter corações amigos cujo eco responde a nossa dor."

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 00h41
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FOTOS SANTA TERESINHA.

FOTOS DA SANTA TEREZINHA MENINO JESUS

     

 

       

 

 

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 00h48
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Oracoes a Santa Terezinha

 

Súplica a Santa Teresinha

Santa Teresa do Menino Jesus,
Concedei-me que siga a tua vida de Infância Espiritual,
Que viva no espírito de simplicidade e humildade evangélicas,
Num total abandono à vontade do Senhor.
Ensinai-me a aceitar cada sofrimento como dom precioso
Feito a quem mais ama.
Que eu possa também terminar a minha vida terrena,
Repetindo as tuas últimas palavras:
«Meu Deus, eu amo-Te».

 

Oração de Santa Teresinha ao Menino Jesus

 

Ó Menino, meu único tesoiro!
Abandono-me aos teus divinos caprichos
e não quero outra alegria senão a de fazer-Te sorrir.
Imprime em mim as tuas graças e virtudes infantis,
para que, no dia do meu nascimento no céu,
os Anjos e os Santos reconheçam em mim
a tua pequena esposa,

Teresa do menino Jesus.

 

Orações Várias

Súplica a Santa Teresinha

Santa Teresa do Menino Jesus,
Concedei-me que siga a tua vida de Infância Espiritual,
Que viva no espírito de simplicidade e humildade evangélicas,
Num total abandono à vontade do Senhor.
Ensinai-me a aceitar cada sofrimento como dom precioso
Feito a quem mais ama.
Que eu possa também terminar a minha vida terrena,
Repetindo as tuas últimas palavras:
«Meu Deus, eu amo-Te».

 

Oração de Santa Teresinha ao Menino Jesus

Ó Menino, meu único tesoiro!
Abandono-me aos teus divinos caprichos
e não quero outra alegria senão a de fazer-Te sorrir.
Imprime em mim as tuas graças e virtudes infantis,
para que, no dia do meu nascimento no céu,
os Anjos e os Santos reconheçam em mim
a tua pequena esposa,

Teresa do menino Jesus.

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 23h57
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Novena das 24 Rosas

Novena das 24 Rosas

 

Origem da Novena
 

No dia 3 de Dezembro de 1925, o P. Putingan, SJ, começou, começou uma novena em honra de S. Teresinha. Com esta intenção começou a rezar, durante a novena, 24 Glória ao Pai, em acção de graças à Santíssima Trindade, pelos favores e graças concedidos a S. Teresa durante os 24 anos de sua existência terrena. Pediu o padre que lhe desse um sinal de que a novena era ouvida, e este sinal seria receber uma rosa fresca e desabrochada. No terceiro dia da novena uma amiga procurou-o e oferece-lhe uma rosa vermelha.

No dia 24 do mesmo mês o padre começou uma segunda novena e pediu uma rosa branca. Ao quarto dia da novena, uma religiosa-enfermeira do hospital, trouxe uma linda rosa branca dizendo: “Aqui está uma rosa que Santa Teresinha envia a Vossa Reverência”.

Surpreendido, pergunta o padre: “Donde vem esta rosa”? “Fui à capela onde se acha adornada uma bela imagem de Santa Teresinha, diz a religiosa, e, ao aproximar-me do altar da Santinha, caiu ao meus pés esta rosa. Quis colocá-la de novo na jarra, mas lembrei-me de a trazer a Vossa Reverencia.”

Alcançadas as graças pedidas resolveu propagar a Novena. Assim, do dia 9 ao 17 de cada mês, todas as pessoas que desejem fazer a novena dos 24 Glória ao Pai unem as suas intenções às das pessoas que, na mesma época, fazem a dita novena, e se estabelece, desta maneira, uma bela comunhão de orações.

 

Modo de rezar

 

Durante nove dias reza-se a coroa das 24 Glórias à Santíssima Trindade, em acção de graças pelos dons concedidos a S. Teresinha durante os 24 anos da sua vida e pela glória que lhe concedeu no Céu, depois da morte.

No fim, com simplicidade, fervor e confiança, expomos o que desejamos acrescentando a seguinte oração:

 

Oração

 

Ó Santa Teresinha do Menino Jesus, que na vossa curta existência, fostes um espelho de angélica pureza, de forte amor e generoso abandono a Deus, agora que gozais o prémio das vossas virtude, volvei o vosso olhar para mim que em vós confio.

Fazei vossa a minha aflição; dizei por mim uma palavra àquela Virgem Imaculada, de quem fostes a flor predilecta, a Rainha do Céu que vos sorriu na manhã da vida; dizei-lhe que como Senhora do Coração de Jesus, me obtenha com a sua poderosa intercessão a graça que presentemente tanto desejo:

(expõe-se o pedido mentalmente.)

e que acompanhe com uma bênção, que me fortifique na vida, me defenda na morte, e me conduza à feliz eternidade. Assim seja.

 

Glória ao Pai... (24 vezes)

V. Santa Teresinha do Menino Jesus,

R. Rogai por nós!

 

           (No fim das 24 glórias:)

Ave Maria... Pai Nosso... Glória ao Pai...

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 23h44
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Primeira Comunhão

 

     

 

Primeira Comunhão

 (Santa teresinha)

Na véspera do grande dia, recebi a absolvição pela segunda vez. A minha confissão geral deixou-me uma grande paz na alma, e Deus não permitiu que a mais ligeira nuvem a viesse perturbar. De tarde pedi perdão a toda a família, que me veio visitar; mas não pude falar senão com as minhas lágrimas, pois estava emocionada demais[...]

 

Chegou finalmente o mais belo dos dias! Que inefáveis recordações deixaram na minha alma os mais pequenos pormenores desse dia do Céu!... O alegre despertar da aurora, os beijos respeitosos e ternos das mestras e das companheiras mais velhas...; o salão cheio de flocos de neve com que cada menina era vestida...; e sobretudo a entrada para a capela e o canto matinal da linda canção: “Ó Altar santo que os Anjos rodeiam!”

 

Mas não quero entrar em pormenores. Há coisas que perdem o seu perfume quando expostas ao ar; há pensamentos da alma que não se podem traduzir em linguagem da terra sem perderem o sentido íntimo e celeste; são como aquela “Pedra branca que será dada ao vencedor, sobre a qual está escrito um nome que ninguém conhece, a não ser aquele que a recebe”. Ah! como foi doce o primeiro beijo de Jesus à minha alma!...

 

Foi um beijo de amor. Sentia-me amada e dizia por minha vez: “Eu amo-Vos! Dou-me a Vós para sempre!” Não houve pedidos, nem lutas, nem sacrifícios. Desde há muito, Jesus e a pobre Teresinha tinham-se olhado e tinham-se compreendido... Nesse dia já não era um olhar, mas uma fusão, já não eram dois: a Teresa desaparecera como a gota de água que se perde no oceano. Só ficava Jesus, como dono, como Rei.

 

(História de uma Alma, Ms A 34v-35rº)

 

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 23h16
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Um Caminhito Completamente Novo

Um Caminhito Completamente Novo

 

 

Bem sabeis, minha Madre, que sempre desejei ser santa. 

 

Mas, ai de mim! sempre verifiquei, ao comparar-me com os Santos, que há entre eles e eu a mesma diferença que existe entre uma montanha, cujo cume se perde nos céus, e o obscuro grão de areia  pisado pelos pés dos caminhantes. Em vez de desanimar, disse para comigo: Deus não pode inspirar desejos irrealizáveis. Posso, portanto, apesar da minha pequenez, aspirar à santidade. Fazer-me crescer a mim mesma é impossível; tenho de suportar-me tal como sou, com todas as minhas imperfeições. Mas quero procurar a maneira de ir para o Céu por um caminhito muito direito, muito curto; um caminhito completamente novo.

 

(História de uma Alma, Ms C 2vº)



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 23h05
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Se alguém for pequenino...

Se alguém for pequenino...

 

Estamos num século de invenções.

 

Agora já não se tem a maçada de subir os degraus de uma escada; em casa dos ricos o ascensor substitui-a vantajosamente. Eu queria também encontrar um ascensor que me elevasse até Jesus, porque sou demasiado pequena para subir a rude escada da perfeição. Então, procurei nos Livros Sagrados a indicação do ascensor — objeto do meu desejo —, e li as estas palavras saídas da boca da Sabedoria eterna: Se alguém for pequenino, venha a mim.

 

Então, aproximei-me, adivinhando que tinha encontrado o que procurava, e querendo saber, ó meu Deus!, o que faríeis ao pequenino que respondesse ao vosso apelo. Continuei as minhas buscas, e eis o que encontrei: — Como uma mãe acaricia o seu filho, assim eu vos consolarei; levar-vos-ei ao colo e embalar-vos-ei nos meus joelhos! Ah!, nunca palavras tão ternas e tão melodiosas me vieram alegrar a alma.

 

O ascensor que me há-de elevar até ao Céu, são os vossos braços, ó Jesus! Para isso não tenho necessidade de crescer; pelo contrário, é preciso que eu permaneça pequena, e que me torne cada vez mais pequena. Ó meu Deus! excedestes a minha esperança, e eu quero cantar as vossas misericórdias.

 

(História de uma Alma, Ms C 3rº)

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 23h03
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Boa Vontade

Boa Vontade

 

 

Tu fazes-me pensar numa criancinha que começa a erguer-se de pé, mas que ainda não sabe caminhar. Querendo a todo o custo subir ao alto duma escada para estar com a sua mamã, levanta o pézito para subir o primeiro degrau. Mas é um esforço inútil! Cai uma e outra vez, sem chegar a avançar. Muito bem: aceita ser essa criança. Pela prática de todas as virtudes, levanta sempre o teu pézito para subires a escada da santidade. Não conseguirás subir o primeiro degrau sequer. Mas o que Deus apenas te pede é a tua boa vontade. Do alto da escada Ele olha-te com amor. Rapidamente vencido pelos teus inúteis esforços, Ele-mesmo baixará e tomando-te nos seus braços, levar-te-á para sempre para o seu reino, onde jamais te afastarás dEle. Mas se não chegares a levantar o teu pézito Ele deixar-te-á muito tempo na terra.

 

(Caderno Vermelho, escrito pela Irmã Maria da Trindade)

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h59
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Desejo ser Santa

Desejo ser Santa

 

 

Ó meu Deus! Trindade Bem-aventurada!

 

Desejo amar-Vos e fazer Vos amar, trabalhar pela glorificação da Santa Igreja, salvando as almas que estão na terra, e libertando as que estão no Purgatório. Desejo cumprir plenamente a vossa vontade, e chegar ao grau de glória que me preparastes no vosso Reino; numa palavra, desejo ser santa. Mas conheço a minha impotência, e peço-Vos, ó meu Deus, que sejais Vós mesmo a minha Santidade.

 

Já que Vós me amastes até me dardes o vosso Filho único para ser o meu Salvador e o meu Esposo, os tesouros infinitos dos seus méritos são meus: ofereço-Vo-los com alegria, suplicando-Vos que não olheis para mim senão através da Face de Jesus e no seu Coração ardente de Amor.

 

(Oração 6: 1-2)



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h56
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A Oração levanta o Mundo

 

A Oração levanta o Mundo

 

 

Um sábio disse:

 

«Dai-me uma alavanca, um ponto de apoio, e levantarei o mundo». O que Arquimedes não pôde obter, porque o seu pedido não se dirigia a Deus, e por não ser feito senão sob o ponto de vista material, os Santos obtiveram-no em toda a plenitude: o Todo-poderoso deu-lhes, como ponto de apoio: Ele mesmo e Ele só; e como alavanca: a oração, que abrasa com fogo de amor. E foi assim que levantaram o mundo; é assim que os santos que ainda militam na terra o levantam, e que, até ao fim do mundo, os futuros santos o levantarão também.

 

(História de uma Alma, Ms C 36rº-vº)

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h51
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Lançar Flores

Lançar Flores

 

 

Sim, meu Bem-amado!

 

Assim se consumirá a minha vida... Não tenho outro meio de Te provar o meu amor, senão o de lançar flores, isto é, não deixar escapar nenhum pequeno sacrifício, nenhum olhar, nenhuma palavra; aproveitar todas as mais pequenas coisas e fazê-las por amor... Quero sofrer por amor e gozar por amor. Assim lançarei flores diante do teu trono. Não encontrarei nenhuma sem a desfolhar para Ti...

 

(História de uma Alma, Ms B 4rº-vº)

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h44
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O Fogo do Amor

O Fogo do Amor

 

 

Celina, Deus não me pede já nada...

 

No princípio pedia-me uma infinidade de coisas. Pensei durante algum tempo, visto que Jesus não me pedia nada, que agora era preciso caminhar suavemente na paz e no amor fazendo somente o que Ele me pedisse... Mas tive uma luz. Santa Teresa diz que é preciso alimentar o amor. A lenha não se encontra ao nosso alcance quando estamos nas trevas, na aridez, mas não estaremos ao menos obrigadas a lançar nele algumas palhinhas? Jesus é suficientemente poderoso para conservar sozinho o fogo, todavia fica contente por nos ver alimentá-lo, é uma delicadeza que Lhe agrada e então lança Ele no fogo muita lenha, nós não o vemos mas sentimos a força do calor do amor. Tenho feito disto a experiência, quando não sinto nada, quando sou incapaz de rezar, ou de praticar a virtude, é então o momento de procurar pequenas ocasiões, nadas que dão gosto, mais gosto a Jesus do que o império do mundo ou mesmo do que o martírio sofrido generosamente, por exemplo, um sorriso, uma palavra amável quando teria vontade de não dizer nada ou de mostrar um ar aborrecido, etc., etc.

 

(Carta 143)

 

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h40
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O Divino Prisioneiro

O Divino Prisioneiro

 

 

Como ter medo d’Aquele que Se deixa prender por um cabelo que esvoaça no nosso pescoço!...

 

Saibamos pois conservar prisioneiro este Deus que Se faz mendigo do nosso amor. Ao dizer-nos que um só cabelo pode realizar este prodígio, mostra-nos que as mais pequenas ações feitas por amor são as que Lhe cativam o coração...

 

Ah! se fosse preciso fazer grandes coisas, quanto seríamos para lastimar?... Mas como somos felizes visto que Jesus se deixa prender pelas mais pequeninas...

 

(Carta 191)



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h37
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Amor, a chave da vocação.

Amor, a chave da vocação.

 

 

Considerando o corpo místico da Igreja, não me tinha reconhecido em nenhum dos membros descritos por S. Paulo; ou melhor, queria reconhecer-me em todos… A caridade deu me a chave da minha vocação. Compreendi que se a Igreja tinha um corpo composto de diversos membros, o mais necessário, o mais nobre de todos não lhe faltava: compreendi que a Igreja tinha um coração, e que esse coração estava ardendo de amor. Compreendi que só o Amor fazia agir os membros da Igreja; que se o Amor se apagasse, os apóstolos já não anunciariam o Evangelho, os mártires recusar-se-iam a derramar o seu sangue... Compreendi que o Amor encerra todas as Vocações, que o Amor é tudo, que abarca todos os tempos e todos os lugares... numa palavra, que é Eterno!...

 

(História de uma Alma, Ms B 3vº)



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h35
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Ato de oferenda ao amor misericordioso

Ato de oferenda ao amor misericordioso

 

 

Ó meu Deus! Trindade Bem-aventurada! Desejo amar-Vos e fazer Vos amar, trabalhar pela glorificação da Santa Igreja, salvando as almas que estão na terra, e libertando as que estão no Purgatório. Desejo cumprir plenamente a vossa vontade, e chegar ao grau de glória que me preparastes no vosso Reino; numa palavra, desejo ser santa. Mas conheço a minha impotência, e peço-Vos, ó meu Deus, que sejais Vós mesmo a minha Santidade.

 

Já que Vós me amastes  até me dardes o vosso Filho único para ser o meu Salvador e o meu Esposo, os tesouros infinitos dos seus méritos são meus: ofereço-Vo-los com alegria, suplicando-Vos que não olheis para mim senão através da Face de Jesus e no seu Coração ardente de Amor.

 

Ofereço-Vos também todos os méritos dos Santos (que estão no Céu e na terra), os seus atos de Amor, e os dos Santos Anjos. Finalmente, ofereço-Vos, ó Bem-aventurada Trindade, o Amor e os méritos da Santíssima Virgem, minha querida Mãe: é a ela que entrego o meu oferecimento, pedindo-lhe que Vo-lo apresente.

 

O seu divino Filho, meu Esposo Bem-amado, nos dias da sua vida mortal, disse-nos: «Tudo o que pedirdes ao meu Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá!». Tenho, portanto, a certeza de que atendereis os meus desejos.

 

Bem sei, ó meu Deus, quanto mais quereis dar, mais fazeis desejar. Sinto no meu coração desejos imensos, e é com confiança que Vos peço que venhais tomar posse da minha alma. Ah! não posso receber a Sagrada Comunhão tantas vezes quantas desejo, mas, Senhor, não sois Todo-poderoso?... Ficai em mim, como no Sacrário. Nunca Vos afasteis da vossa hostiazinha...

 

Quereria consolar-Vos da ingratidão dos maus, e suplico-Vos que me tireis a liberdade de Vos desagradar. Se, por fraqueza, cair algumas vezes, que logo o vosso divino olhar purifique a minha alma, consumindo todas as minhas imperfeições, como o fogo, que transforma em si próprio todas as coisas...

 

Agradeço-Vos, ó meu Deus, por todas as graças que me concedestes,  especialmente por me terdes feito passar pelo crisol do sofrimento. Será com alegria que Vos contemplarei no último dia, levando o centro da Cruz. Já que Vos dignastes dar-me em herança esta Cruz tão preciosa, espero parecer-me convosco no Céu, e ver brilhar no meu corpo glorificado os sagrados estigmas da vossa Paixão... Depois do exílio da terra, espero ir gozar de Vós na Pátria, mas não quero acumular méritos para o Céu, quero trabalhar só por vosso Amor, com o único fim de Vos agradar, de consolar o vosso Coração Sagrado, e de salvar almas que Vos amarão eternamente.

 

Na noite desta vida, aparecerei diante de Vós com as mãos vazias, pois não Vos peço, Senhor, que conteis as minhas obras. Todas as nossas justiças têm manchas aos vossos olhos. Quero, portanto, revestir-me com a vossa própria Justiça, e receber do vosso Amor a posse eterna de Vós mesmo. Não quero outro Trono, nem outra Coroa, senão Vós, ó meu Bem-amado!...

 

Aos vossos olhos, o tempo não é nada: um só dia é como mil anos; podeis, portanto, num instante, preparar-me para aparecer diante de Vós...

 

A fim de viver num ato de perfeito Amor, ofereço-me como vítima de holocausto ao vosso amor misericordioso, suplicando-Vos que me consumais sem cessar, deixando transbordar para a minha alma as ondas de ternura infinita que estão encerradas em Vós, e que assim eu me torne Mártir do vosso Amor, ó meu Deus!...

 

Que este Martírio, depois de me ter preparado para aparecer diante de Vós, me faça, enfim, morrer, e que a minha alma se lance, sem demora, no eterno abraço do vosso Amor misericordioso...

 

Quero, ó meu Bem-amado, a cada palpitação do meu coração, renovar-Vos este oferecimento um número infinito de vezes, até ao momento em que, desvanecidas as sombras, possa reafirmar-Vos o meu Amor num face-a-face eterno!...

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h31
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A caridade perfeita

A caridade perfeita

 

 

Ah! compreendo agora que a caridade perfeita consiste em suportar os defeitos dos outros, em não se escandalizar com as suas fraquezas, em edificar-se com os mais pequenos atos de virtude que se lhes vir praticar; mas compreendi, sobretudo, que a caridade não deve ficar encerrada no fundo do coração: «Ninguém, disse Jesus, acende uma candeia para a colocar debaixo do alqueire, mas coloca-a sobre o candelabro para alumiar todos os que estão em casa». Creio que essa luz representa a caridade, que deve iluminar e alegrar, não só os que são mais queridos, mas todos aqueles que estão em casa, sem excetuar ninguém.

 

(História de uma Alma, Ms C 12rº)



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h23
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A Rainha do Céu

A Rainha do Céu

 (Santa Teresinha)

 

Sabemos muito bem que a Santíssima Virgem é a Rainha do Céu e da terra, mas ela é mais mãe do que rainha, e não se deve dizer, por causa dos seus privilégios, que ela eclipsa a glória dos santos todos, como o sol, ao surgir, faz desaparecer as estrelas. Meu Deus! Que estranho! Uma Mãe que faz desaparecer a glória dos filhos! Eu, por mim, penso absolutamente o contrário; acredito que ela engrandecerá muito o esplendor dos eleitos.

 

Está certo falar dos seus privilégios, mas não se deve dizer apenas isso e se, num sermão, somos obrigados do princípio ao fim, a exclamar Ah! Ah!, já chega! Quem sabe se alguma alma não irá sentir até um certo afastamento em relação a uma criatura de tal maneira superior, e não pensará: “Se é assim, mais vale ir brilhar conforme se puder em qualquer outro cantinho!”

 

O que a Santíssima Virgem tem a mais do que nós, é que não podia pecar, estava isenta do pecado original; mas, por outro lado, teve muito menos sorte do que nós, porque não teve uma Santíssima Virgem para amar. É uma doce consolação a mais para nós, e a menos para ela!

 

(Últimos Conselhos, 21.VIII.3)

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h18
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A Justiça de DEUS

A Justiça de DEUS

 

(Santa Terezinha)

Sei que é preciso ser muito puro para aparecer diante de Deus de toda a Santidade, mas também sei que o Senhor é infinitamente justo e esta justiça que assusta tantas almas é a razão da minha alegria e confiança. Ser justo, não é somente exercer a severidade para castigar os culpados, é também reconhecer as intenções retas e recompensar a virtude. Espero tanto da justiça de Deus como da sua misericórdia. É porque é justo que «Ele é compassivo e cheio de doçura, lento para a ira e cheio de misericórdia. Porque conhece a nossa fragilidade, lembra-Se de que não somos senão barro. Como um pai sente ternura pelos filhos, assim o Senhor tem compaixão de nós» [...]

 

Aqui tendes, meu Irmão, o que penso sobre a justiça de Deus, o meu caminho é todo de confiança e de amor, não compreendo as almas que têm medo de um Amigo tão terno. Às vezes quando leio certos tratados espirituais em que a perfeição é apresentada através de inúmeras dificuldades, rodeada por uma quantidade de ilusões, a minha pobre inteligência cansa-se muito depressa, fecho o sábio livro que me quebra a cabeça e me seca o coração e pego na Sagrada Escritura. Então tudo me parece luminoso, uma só palavra revela à minha alma horizontes infinitos, a perfeição parece-me fácil, vejo que basta reconhecer o próprio nada e abandonar-se como uma criança nos braços de Deus.

 

Deixando às almas grandes, às grandes inteligências, os belos livros que não posso compreender, e ainda menos pôr em prática, regozijo-me por ser pequenina visto que só as crianças e os que se assemelharem a elas serão admitidas ao banquete celestial. Sinto-me muito feliz por haver várias moradas no reino de Deus, porque se houvesse apenas aquela cuja descrição e caminho me parecem incompreensíveis, não poderia lá entrar.

 

(Carta 226, de 9.V.1897, ao P. Roulland)



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h09
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CINCO MINUTOS COM SANTA TERESINHA

CINCO MINUTOS COM SANTA TERESINHA

 

 

 

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Amém.

Deus, vinde em nosso auxílio!

Senhor, socorrei-nos e salvai-nos.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.

Como era no princípio, agora e sempre, amém.

 

"É a confiança, e nada mais a não ser a confiança, que nos deve conduzir ao Amor"... "Como minha confiança pode ter limites?..."

 

 

"Quando Jesus desce ao meu coração, tenho a impressão de que Ele fica contente por ser tão bem recebido e eu também fico contente... Tudo isso não impede as distrações e o sono de vir visitar-me. Mas ao terminar a ação de graças, vendo que a fiz tão mal, tomo a resolução de passar o resto do dia em ação de graças... Estais vendo, Madre querida, que estou muito longe de ser levada pelo temor, sempre encontro o meio de ser feliz e tirar proveito das minhas misérias... Sem dúvida, isso não desagrada a Jesus, pois parece encorajar-me nessa via. Um dia, contrariamente a meu hábito, estava um pouco perturbada ao ir comungar, tinha impressão de que Deus não estava contente comigo e pensava: "Ah! se hoje eu receber só metade de uma hóstia, vou ficar muito aflita, vou crer que Jesus vem forçado ao meu coração". Aproximo-me... oh felicidade! pela primeira vez na minha vida, vejo o padre pegar duas hóstias, bem separadas, e dá-Ias a mim!... Compreendeis minha alegria e as doces lágrimas que derramei vendo tão grande misericórdia"... (Manuscrito A)

OFERECIMENTO DO DIA (Oração no. 10)

Meu Deus, eu vos ofereço todas as ações que vou praticar hoje, nas intenções e pela glória do Coração Sagrado de Jesus: quero santificar os batimentos de meu coração, meus pensamentos e minhas obras as mais simples unindo-os a seus méritos infinitos, e reparar minhas faltas lançando-as na fornalha de seu amor misericordioso.
Ó meu Deus! Eu vos peço por mim e por aqueles que me são caros a graça de cumprir perfeitamente vossa santa vontade, de aceitar por vosso amor as alegrias e as dores desta vida passageira a fim de que estejamos reunidos um dia nos Céus por toda a eternidade.
Assim seja.
 

Súplica a Santa Teresinha

 

Minha santa Teresinha do Menino Jesus, que prometestes enviar uma chuva de rosas sobre o mundo,  peço-vos:  realizai  em minha vida vossa consoladora promessa.  Preciso de uma chuva de graças, que lave  minha alma nas águas das bênçãos do Pai.  Intercedei por mim,  junto ao vosso Bem-amado Jesus. Acompanhai-me com vossas orações, aumentai minha confiança na misericórdia divina.  Desejo andar a passos  largos no Pequeno Caminho que trilhastes, -  caminho todo feito de  dependência e entrega aos desígnios amorosos de Deus. Alcançai-me  a graça de não duvidar do  amor que Jesus tem por mim. Ajudai-me  a crer diariamente no amparo de Deus sobre minha vida quando estou aflito (a), quando estou ansioso (a), quando estou enfermo (a), quando me sinto fraco (a) e desencorajado (a) para orar, trabalhar e amar.  Concedei-me, da parte de Jesus, o dom da alegria, a capacidade de sorrir e crer,  mesmo quando houver escuridão dentro de mim.  Fizestes do Amor o objetivo e sentido de vossa breve vida. Enfrentaste  com um sorriso todas as provações e nada negaste ao Bom Deus. Que Jesus, vosso amado esposo,  Caminho, Verdade e Vida esteja sempre comigo e com as pessoas que amo.  Atendei-me nesta graça que com insistência vos peço (faz-se o pedido).

 

Pai Nosso

Ave Maria

Glória ao Pai

 

"Eis a minha oração: peço a Jesus que me arraste para as chamas de seu amor, para me unir tão estreitamente a Ele, que Ele viva e aja em mim".

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 22h01
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O Pequeno Passarinho

O Pequeno Passarinho

Santa Teresinha
O passarinho quereria voar para o Sol brilhante que lhe fascina o olhar;

quereria imitar as Águias, suas irmãs, que vê elevarem-se até ao fogo divino da Santíssima Trindade... Pobre dele! Tudo quanto pode fazer é agitar as suas pequenas asas; mas levantar vôo, isso não está no seu pequeno poder! Que será dele? Morrerá de desgosto, ao ver-se impotente?... Oh, não! O passarinho nem sequer se vai afligir. Com um audacioso abandono, quer ficar a fixar o seu divino Sol. Nada seria capaz de o assustar, nem o vento nem a chuva; e se nuvens sombrias chegam a esconder o Astro do Amor, o passarinho não muda de lugar, pois sabe que para além das nuvens o seu Sol brilha sempre, e que o seu brilho não se poderia eclipsar nem por um instante sequer.

É verdade que às vezes  o coração do passarinho se vê acometido pela tempestade; parece-lhe não acreditar que existe outra coisa, a não ser as nuvens que o envolvem. É então o momento da alegria perfeita para a pobre e débil criaturinha. Que felicidade para ela, permanecer ali, apesar de tudo, e fixar a luz invisível que se esconde à sua fé!!!...

Jesus, até agora compreendo o teu amor para com o passarinho, pois ele não se afasta de Ti. Mas eu sei, e Tu também o sabes, muitas vezes a imperfeita criaturinha, ficando embora no seu lugar (isto é, sob os raios do Sol), deixa‑se distrair um pouco da sua única ocupação; apanha um grãozito à direita e à esquerda, corre atrás de um vermezito... Depois, encontrando uma pocita de água, molha as penas ainda mal formadas; quando vê uma flor que lhe agrada o seu espírito entretém-se com essa flor... Enfim! Não podendo pairar como as Águias, o pobre passarinho entretém-se ainda com as bagatelas da terra. Não obstante, depois de todas as suas travessuras, em vez de se ir esconder num canto para chorar a sua miséria e morrer de arrependimento, o passarinho volta-se para o seu Bem‑amado Sol, expõe as asitas molhadas aos seus raios benfazejos, geme como a andorinha e, no seu doce cantar, confia, conta em pormenor as suas infidelidades, pensando, no seu temerário abandono, conseguir assim maior influência e atrair mais plenamente o amor d’Aquele que não veio chamar os justos mas os pecadores... Se o Astro Adorado continuar surdo ao chilrear plangente da sua criaturinha, se permanecer velado..., pois bem: a criaturinha continua molhada, aceita ficar transida de frio, e ainda se alegra com esse sofrimento que, aliás, mereceu...

Ó Jesus! Como o teu passarinho está contente por ser débil e pequeno. Que seria dele se fosse grande?... Nunca teria a audácia de aparecer na tua presença, de dormitar diante de Ti... Sim, aí está mais uma fraqueza do passarinho: quando quer fixar o Divino Sol, e as nuvens o impedem de ver um único raio, contra sua vontade os seus olhitos fecham-se, a sua cabecinha esconde-se debaixo da asita, e a pobre criaturinha adormece, julgando fixar ainda o seu Astro Querido. Ao acordar, não fica desolado, o seu coraçãozinho fica em paz, e recomeça o seu ofício de amor. Invoca os Anjos e os Santos que se elevam como Águias em direção ao Fogo devorador, objeto do seu desejo.

E as Águias, compadecendo-se do seu irmãozinho, protegem-no, defendem-no, e põem em fuga os abutres que o queriam devorar. Os abutres, imagem do demônio, o passarinho não os teme, pois não está destinado a ser presa deles, mas da Águia que contempla no centro do Sol do Amor.

Por tanto tempo quanto quiseres, ó meu Bem-amado, o teu passarinho ficará sem forças e sem asas; permanecerá sempre com os olhos fixos em Ti. Quer ser fascinado pelo teu divino olhar, quer tornar‑se a presa do teu Amor... Um dia, assim o espero, Águia adorada, virás buscar o teu passarinho e, subindo com ele para o Fogo do Amor, mergulhá‑lo‑ás eternamente no ardente Abismo desse Amor, ao qual se ofereceu como vítima...

(História de uma Alma, Ms B 5rº-vº)

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 20h57
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ESPIRITUALIDADE TERESIANA

ESPIRITUALIDADE TERESIANA

 

            

 

Antes de mais nada, o que caracteriza a espiritualidade de Santa Teresinha é o regresso ao essencial do Evangelho. Ela fala constantemente de um Deus enamorado por sues filhos, que os procura e aceita a todos, cada um como é, com as suas virtudes e os seus defeitos, os seus dons e os seus limites. O amor de Deus aparece em Teresa de Lisieux como fonte de comunhão e solidariedade de uns para com os outros, tanto santos como pecadores, tanto crentes como não crentes. A sua própria vida é uma parábola desta delicadeza de Deus que vê a todos com olhos de Pai, por cima de todas as fronteiras religiosas, culturais, étnicas, etc. O Cristo do Evangelho, pastor, misericórdia, pai foi a grande descoberta de Teresa de Lisieux num tempo em que o Jansenismo reinado o afastava de todo o contato humano.

 

Um outro valor  é a redescoberta da Palavra de Deus como fonte de vida. Numa época pouco aberta à leitura da Bíblia, ela antecipou-se ao Vaticano II, fazendo da Palavra de Deus o alimento das suas leituras. "A ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo". É ela que nos conta como pouco a pouco passou da leitura dos autores espirituais a centrar-se na Escritura, sobretudo nos Evangelhos. Dia ela: "Mais tarde, os livros deixavam-me na aridez; quando abro um livro de um autor espiritual, sinto o meu coração fechar-se e leio sem compreender, ou então compreendo sem por lá o meu coração. É nestas circunstâncias que a Escritura e a imitação me vêm em socorro e nelas encontro alimento para a minha pobre alma. Descubro sempre nele, coisas novas, luzes, novas, significados escondidos, misteriosos. Compreendo e sei por experiência que o Reino de Deus está dentro de nós". A leitura e a meditação da Palavra de Deus levaram-na a descobrir o essencial na mensagem de Jesus nos pormenores de cada dia. "Nunca ouvi Jesus falar, mas sinto que está em mim e que a todo instante me guia e me inspira o que devo dizer ou fazer".

 

A paternidade e maternidade de Deus. Teresa viveu uma época caracterizada por uma espiritualidade de puritanismo jansenista que deformava o tosto de Deus, apresentando-o como juiz intransigente, que pedia vítimas para aplacar a sua cólera. Pelas suas leituras do Evangelho descobre que esse Deus não existia. O que emerge do Evangelho é um Deus de misericórdia, pai e mãe que nos ajuda a confiar nele como as flores do jardim e as aves do céu. Daí que a sua oração fosse um diálogo amoroso e confiante como Ele. Dizia ela que resolvia todos os problemas com a oração. "A oração e o sacrifício são todas as minhas forças, são armas invencíveis que Jesus nos deu, elas tocam as almas muito mais que os discursos". A descoberta de Deus como pai e mãe foi o ponto de partida para um novo caminho de santidade: o caminho da infância espiritual. Ser santo para Teresinha não é ser perfeito, mas ser filho. Jesus mostrou-lhe que o caminho da santidade é o da criança que se entrega aos braços do pai ou da mãe; que dorme sem medo, no seu colo.

 

Uma Santidade encarnada na história. A espiritualidade de Teresa de Jesus não nasceu nos livros. Teresa só escreveu o que viveu. Ela viveu a oração como um diálogo confiante com Deus pai e mãe, presente em todas as situações que ela vivia, presente nos acontecimentos, nas pessoas que encontrava. Para ela, o absoluto de Deus estava muito próximo, revelava-se nas pequeninas coisas, nas irmãs com quem convivia, nas trevas que lhe não lhe deixavam ver claro. Para ela a santidade não era uma perfeição isenta de erros e defeitos. Ser santo era saber amar, saber acolher, saber perdoar, saber sorrir. Santa Teresinha terá muita influência na nova imagem da espiritualidade e santidade que os teólogos do Vaticano II imprimiram à Igreja.

 

A escuta do Espírito Santo. Diz Von Balthasar que a teologia de Teresa de Lisieux é essencialmente uma teologia do Espírito Santo. Em todos os seus escritos e na sua experiência de fé, a dimensão trinitária está sempre presente. Já no retiro de preparação para o crisma, ela dizia: "Finalmente, chegou o momento feliz. Não senti um vento impetuoso no momento da vinda do Espírito Santo, mas aquela brisa ligeira de que fala o profeta Elias". Para ela, o Espírito Santo estava sempre presente nos acontecimentos mais ordinários, sem violência nem fenômeno extraordinário, mas de um modo muito discreto e sutil. Mas sentia bem que Ele andava por ali muito perto.

 

O seu amor pela Virgem. Na mais pura tradição do Carmelo, Teresa de Lisieux tinha grande devoção à Santíssima Virgem. Mas também aqui, antecipando-se ao Vaticano II, Maria era para ela a mulher simples de Nazaré, mais discípula que mestra, peregrina na fé e na esperança. Recusa a exaltação de Maria que não tem em conta a vida oculta de Maria de Nazaré. Para Teresa, Maria era mais mãe que rainha. Não gostava que lhe falasse de Maria num trono, inacessível aos pobres. A sua primeira poesia dedicada a Maria tem como título: "Porque te amo Maria". É uma síntese dos primeiros capítulos de São Lucas: a sua pobreza, o seu silêncio contemplativo, a sua simplicidade, a sua fé, a sua disponibilidade, o seu sim. Era nessa Maria que ela se revia e que ele amava.

 

Bibliografia:

 

Torres Neiva, em  artigo publicado no  L'Osservatore Romano, edição portuguesa, n. 38, no dia 20 de setembro de 1997.

 

Vida de Santa Teresinha, Orlando Gambi, Editora Santuário, 1997

 

Teresa de Lisieux, Jean François Six, Ed. Loyola, 1997

 

Obras Completas, Ed. Loyola, 1997, Referências Históricas.

 

Fonte texto: http://www.teresinha.com/espiritualidade.html

 



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 12h17
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SANTA TERESINHA

 

Santa Teresinha do

Menino Jesus 

 

         

Teresa Martin nasceu em Alençon, França, em 2 de janeiro de 1873. Dois dias mais tarde foi batizada na Igreja de Notre-Dame, recebendo o nome de Maria Francisca Teresa. Seus pais foram Luis Martin e Celia Guérin, ambos veneráveis na atualidade. Após a morte de sua mãe, em 28 de agosto de 1887, Teresa mudou-se com toda a sua família para Lisieux.

No final de 1879 recebeu pela primeira vez o sacramento da penitência. No dia de Pentecostes de 1883, recebeu a graça especial de ser curada de uma grave enfermidade pela intercessão de Nossa Senhora das vitórias (A Virgem do Sorriso). Educada pelas Beneditinas de Lisieux, recebeu a primeira comunhão no dia 8 de maio de 1884, depois de uma intensa preparação, culminada por uma forte experiência da graça da íntima comunhão com Cristo. Algumas semanas mais tarde, em 14 de junho do mesmo ano, recebeu a Confirmação, com plena consciência de acolher o Espírito Santo mediante uma participação pessoal na graça de Pentecostes.

Seu desejo era abraçar a vida contemplativa, igual as suas irmãs Paulina e Maria, no Carmelo de Lisieux, porém sua tenra idade a impedia. Durante uma viagem a Itália, depois de visitar a Santa Casa de Loreto e os lugares da Cidade Eterna, em 20 de novembro de 1887, na audiência concedida pelo Papa Leão XII aos peregrinos da diocese de Lisieux, pediu ao Papa, com audácia filial, autorização para poder entrar no Carmelo aos 15 anos.

Em 9 de abril de 1888 ingressou no Carmelo de Lisieux. Recebeu o hábito em 10 de janeiro do ano seguinte e fez sua profissão religiosa em 08 de setembro de 1890, festa da Natividade da Virgem Maria.

No Carmelo começou o caminho da perfeição traçado pela Madre Fundadora, Teresa de Jesus, com autêntico fervor e fidelidade, cumprindo os diferentes ofícios que lhe foram confiados (foi também mestra de noviças). Iluminada pela palavra de Deus, e provada especialmente pela enfermidade de seu querido pai, Luis Martin, que faleceu em 29 de julho de 1894, iniciou o caminho para a santidade, inspirada na leitura do Evangelho e pondo o amor no centro de tudo. Teresa nos deixou em seus manuscritos autobiográficos não só as lembranças de sua infância e adolescência, mas também o retrato de sua alma e a descrição de suas experiências mais íntimas. Descreve e comunica a suas noviças, confiadas aos seus cuidados, o caminho da infância espiritual; recebe como dom especial a tarefa de acompanhar com a oração e sacrifício os irmãos missionários (o Padre Roulland, missionário na China, e o Padre Belliére).

Aprofunda-se cada vez mais no mistério da Igreja e sente crescer sua vocação apostólica e missionária para levar consigo os demais, movida pelo amor de Cristo, seu único Esposo.

Em 9 de junho de 1895, na festa da Santíssima Trindade, ofereceu-se como vítima imolada ao Amor misericordioso de Deus. Nesta época escreve o Primeiro Manuscrito Autobiográfico que entregou a Madre Inês no dia de seu onomástico, em 21 de janeiro de 1896.

Alguns meses mais tarde, em 3 de abril, durante a noite de quinta para sexta-feira santa, teve uma hemoptise, primeira manifestação da enfermidade que a levaria a morte, e ela a acolheu como uma misteriosa visita do Esposo Divino. Então, entrou em uma prova de fé que duraria até o final de usa vida, e dela oferece um testemunho emotivo em seus escritos.

Durante o mês de setembro conclui o Manuscrito B, que ilustra de maneira impressionante o grau de santidade ao qual havia chegado, especialmente pela descoberta de sua vocação no coração da Igreja.

Enquanto piora sua saúde e continua o tempo de prova, no mês de junho começa o Manuscrito C, dedicado a Madre Maria de Gonzaga; entretanto, novas graças a levam a amadurecer plenamente na perfeição e descobre novas luzes para a difusão da mensagem na Igreja, para o bem das almas que seguirão seu caminho. Em 08 de junho é transferida para a enfermaria, onde outras religiosas recolhem suas palavras quando suas dores e provações se tornam mais intensas e enquanto suporta com paciência até a chegada de sua morte, acontecida na tarde de 30 de setembro de 1897. "Eu não morro, entro na vida", havia escrito a seu irmão espiritual, o missionário P. Mauricio Belliére. Seus últimas palavras, "Deus meu, te amo" , selaram uma vida que se extinguiu da terra aos 24 anos, para entrar, segundo seu desejo, em uma nova fase de presença apostólica em favor das almas, da comunhão dos Santos, para derramar uma "chuva de rosas" sobre o mundo (chuva de favores e benefícios, especialmente para amar mais a Deus).

Foi canonizada por Pio XI em 17 de maio de 1925, o mesmo Papa em 14 de dezembro de 1927, a proclamou Padroeira Universal das Missões, junto com São Francisco Xavier.

Sua doutrina e seu exemplo de santidade têm sido recebidos com grande entusiasmo por todas as categorias de fiéis deste século, e também além da Igreja Católica e do Cristianismo.

Por ocasião do Centenário de sua morte, o Papa João Paulo II a declarou Doutora da Igreja, pela solidez de sua sabedoria espiritual inspirada no Evangelho, pela originalidade de suas intuições teológicas, nas quais resplandece sua eminente doutrina, e pela acolhida em todo o mundo de sua mensagem espiritual, difundida através da tradução de suas obras em mais de cinqüenta línguas diversas. A cerimônia da Declaração ocorreu em 19 de outubro de 1997, precisamente no Domingo em que se celebra o Dia Mundial das Missões.

 

Frases de Santa Teresinha

• "Para mim, a oração é um impulso do coração, um simples olhar dirigido para o céu, um grito de agradecimento e de amor, tanto do meio do sofrimento como do meio da alegria. Em uma palavra, é algo grande, algo sobrenatural que me dilata a alma e me une a Jesus."

 

• "Não possuo o valor buscar orações formosas nos livros, como não sei como escolher, penso como as crianças e digo simplesmente ao bom Deus o que necessito, e Ele sempre me compreende."

 

• "O que me impulsiona a ir para o céu é o pensamento de poder acender no amor de Deus uma multidão de almas que o louvarão eternamente."

 

• "Meu caminho é o caminho da infância espiritual, o caminho da confiança e da entrega absoluta".

 

• "Quisera eu encontrar também um elevador que me elevasse até Jesus, porque sou demasiado pequena para subir a dura escada da perfeição".

 

• "Na lavanderia minha companheira de trabalho sacudia a roupa com tanta força que me salpicava o rosto de sabão. Isto me fazia sofrer, porém jamais lhe disse nada a respeito, e assim sofria este pequeno sacrifício pelos pecadores".

 

• "Eu nunca aconselho nada a ninguém sem antes recomendar-me à Virgem Santíssima. Ela é que faz que as palavras que digo tenham eficácia nos que as ouvem."

 

• "A vida é um instante entre duas eternidades."

 

• "Como é grande o poder da oração! É como uma rainha que em todo o momento tem acesso direto ao rei e pode conseguir tudo o que lhe pede."

 

• "A Santíssima Virgem demostrou-me que nunca deixou de proteger-me. Logo quando a invoco, quando me vem uma incerteza, um aperto, imediatamente recorro a ela, e sempre cuida de meus interesses como a mais terna das Mães."

 

• "Sabe-se muito vem que a Santíssima Virgem é a Rainha do Céu e da Terra, porém é muito mais Mãe que Rainha".

 

• "Oh! Maria! Se eu fosse Rainha do Céu e Tu fosses Teresa, eu queria ser Teresa a fim de que tu fosses a Rainha do Céu."

 

• "Depois de minha morte, farei cair uma chuva de rosas".

 

• "Vou passar meu céu fazendo o bem na terra",

 

• "Eu não morro, entro na vida".

Oração à Santa Teresinha para obter uma graça

"Oh! Santa Teresinha do Menino Jesus, modelo de humildade, de confiança e de amor! Do alto dos céus despeje sobre nós estas rosas que levas em teus braços: a rosa da humildade para que vençamos nosso orgulho e aceitemos o jugo do Evangelho; a rosa da confiança, para que nos abandonemos à vontade de Deus e descansemos em sua Misericórdia; a rosa do amor, para que abrindo nossas almas sem medida à graça realizemos o único fim para o qual Deus nos criou a sua Imagem: Amar-Lhe e fazer- Lhe amar, Tu que passas teu Céu fazendo o bem na terra, ajuda-me nesta necessidade e concede-me do Senhor o que te peço, se for para glória de Deus e para o bem de minha alma. Amém."

Rezar um Pai Nosso.

 

 FONTE: http://www.paroquiasantateresinha.com.br  

  



Postado por Rivaldo R.Ribeiro às 23h50
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 Senhor Jesus Cristo,

 revele o melhor de

 mim e afaste o pior...

Afastando tudo que

poderá afastar de Ti...

Amem.





Bebidas alcoólicas

Festas da Igreja

Na paróquia Nossa Senhora da Piedade, em Curitiba (PR), os padres Ivanir Leonardi e Messias Galieta decidiram, em consonância com os Conselhos da paróquia, abolir o uso de bebidas alcoólicas das festas naquela comunidade.

Um exemplo de ATITUDE CRISTÃ, pois com isso estão contribuindo na conscientização dos católicos dos malefícios do álcool.

Um item que não cabe dentro de uma festa católica e na família cristã, um  ambiente frequentado por jovens e crianças. 

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 89)-SANTOS DO BRASIL
 90)-Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida
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 99)-RELIGIÃO CATÓLICA- O ROSÁRIO
 100)-Pe. FABIO DE MELO
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 119-MONSENHOR ANGELO ANGIONI
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